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Seleção feminina de handebol estreia sábado (7) no Mundial

Campeonato

Equipe enfrenta a Argélia pelo Campeonato Mundial da Sérvia. Competição vai até o dia 22
por Portal Brasil publicado: 05/12/2013 11h53 última modificação: 30/07/2014 00h11
Divulgação/Photo&grafia Reta final de preparação da equipe foi na cidade de Maria Enzersdorf, na Áustria

Reta final de preparação da equipe foi na cidade de Maria Enzersdorf, na Áustria

Depois de chegar muito perto de conquistar uma medalha no Mundial de São Paulo, em 2011, e nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a Seleção Brasileira feminina de handebol inicia, neste sábado (7), contra a Argélia, a disputa do Campeonato Mundial da Sérvia, competição que vai até o dia 22.

A delegação viaja nesta quinta-feira (5) para a cidade de Nis, onde serão travados os confrontos do Grupo B, que tem, além do Brasil, a China, a Sérvia, o Japão e a Dinamarca. Quatro países se classificam para a fase seguinte.

A reta final de preparação da equipe foi na cidade de Maria Enzersdorf, na Áustria, do clube Hypo Nö, onde joga a maioria das brasileiras da Seleção. Para o técnico Morten Soubak, que já se considera um “dinamarquês-baiano”, a classificação do Brasil para a fase seguinte é algo que “nem tem discussão”. Entretanto, a segunda fase será especialmente difícil, porque sua equipe cruzará com adversárias do chamado “grupo da morte” do Mundial: Montenegro, França, Coreia do Sul e Holanda.

Seja como for, o Brasil chega ao Mundial da Sérvia com o respeito conquistado nos últimos dois anos, fruto de resultados como o quinto lugar do Mundial 2011 em São Paulo e o sexto lugar dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

No ginásio do Ibirapuera a vitória sobre a França, então vice-campeã mundial, foi histórica. Mas a Seleção acabou perdendo a chance de ir às semifinais com a derrota diante da Espanha por um gol, a 15 segundos do fim da partida (26 x 27). No Parque Olímpico de Londres, as brasileiras fecharam em 13 x 9 o primeiro tempo contra a Noruega, campeã mundial (e que depois seria bicampeã olímpica), mas permitiram a virada e perderam por 19 x 21.

O desempenho do Brasil em Londres nesses torneios rendeu prestígio ao treinador da Seleção feminina. Morten foi eleito o terceiro melhor técnico do mundo em 2011 e o segundo melhor em 2012 (perdendo apenas para Thorir Hergeirsson (o técnico da Noruega). Para completar o bom momento do País, a ponta-esquerda Alexandra Nascimento foi eleita a melhor jogadora do mundo em 2012.

Menos treinos, mas intensidade
Para este Mundial, Morten tem sua base olímpica (dez jogadoras) mesclada com jogadoras mais novas, mas experientes — a maioria das “selecionáveis” atua em clubes da Europa.

“A preparação foi diferente dos Jogos de Londres, porque os Mundiais ficam no meio da temporada europeia (que é interrompida, a cada dois anos, em dezembro). A grande diferença é o tempo mais curto para o trabalho. Em compensação, as jogadoras vêm com volume de jogo, porque estão disputando as ligas nacionais. O que precisamos é dosar bem os treinamentos, para o grupo estar pronto na hora H. Assim, fizemos menos amistosos e treinos, que em compensação foram mais intensos, mais próximo do nível dos jogos que faremos”, analisa o técnico.

Morten diz que também aproveita o ano para dar chances às jogadoras mais novas. Contudo, a equipe segue basicamente com o mesmo padrão físico e técnico, mas treinando para um jogo mais rápido. Como seria, então, a preparação psicológica de um grupo que “bateu na trave” para medalhas nas duas últimas competições mais importantes do mundo?

“Não é para ninguém ficar tranquilo. Pelo contrário. Nossa lição é tentar fazer melhor. Identificar o que aconteceu e melhorar para o mata-mata. São situações que encontramos, dentro e fora da quadra, que precisamos ter claras, definidas, para ‘a bola entrar’ e não bater na trave de novo.”

Depois de enfrentar a Argélia no sábado (7), às 15h de Brasília (com transmissão pelo Esporte Interativo), os jogos do Brasil são contra China (8), Sérvia (10), Japão (11) e Dinamarca (13).

Brasil na Sérvia:
Goleiras - Bárbara Arenhart (Hypo Nö - Áustria) e Mayssa Pessoa (HK Dínamo Volgograd - Rússia).

Armadoras - Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Deonise Fachinello Cavaleiro (Hypo Nö - Áustria), Eduarda Amorim (Gyori Audi ETO - Hungria) e Karoline Helena de Souza (Team Tvis Holstebro - Dinamarca).

Centrais - Ana Paula Rodrigues Belo (Hypo Nö - Áustria), Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP e Mayara Fier de Moura.

Pontas - Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo Nö - Áustria), Fernanda França da Silva (Hypo Nö - Áustria), Samyra Pereira da Silva Rocha (Mios Biganos Handball - França) e Mariana Costa (Team Vendyssel - Dinamarca).

Pivôs - Daniela de Oliveira Piedade (Rokometni Klub Krim - Eslovênia), Elaine Gomes Barbosa (Força Atlética-GO) e Fabiana Carvalho Diniz (Hypo Nö - Áustria).

Fonte:
Ministério do Esporte 

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