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Conmebol inicia investigação sobre ofensas racistas contra Tinga

Racismo

Confederação informou nesta sexta (14) que a Comissão Disciplinar abriu investigação preliminar do caso
por Portal Brasil publicado: 14/02/2014 19h01 última modificação: 30/07/2014 02h40

A Comissão Disciplinar da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) informou, nesta sexta-feira (14), que iniciou a apuração preliminar do caso de racismo envolvendo o jogador Tinga, do Cruzeiro.

 A Conmebol recebeu denúncia do clube na quinta-feira (13), no dia seguinte à partida entre o time peruano Real Garcilaso e Cruzeiro, realizada em Huancayo, no Peru, na quarta (12), pela Copa Libertadores. O jogador Tinga entrou em campo na metade do segundo tempo, substituindo Ricardo Goulart. A partir desse momento, torcedores peruanos ficaram imitando macacos quando o volante do Cruzeiro tocava na bola.

Segundo a Conmebol, a investigação prévia do ocorrido poderá culminar na abertura de um processo disciplinar contra o clube peruano, de acordo com o artigo 72 do Regulamento Disciplinar da entidade.

Na quinta, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo telefonou para o presidente da Conmebol, Eugenio Figueredo Aguerra, e exigiu providências enérgicas que combatam e punam atitudes preconceituosas e racistas como a da torcida do Real Garcilaso.

Aldo Rebelo manifestou total solidariedade a Tinga. “No ano em que o mundo inteiro se une para disseminar uma mensagem contra o preconceito durante a Copa do Mundo do Brasil, é inconcebível o comportamento que vimos em Huancayo. Tinga tem todo o nosso apoio na luta contra o racismo, que, esperamos, será combatido com firmeza pela Conmebol”. disse.

A presidenta Dilma Rousseff também repudiou o racismo no futebol e se solidarizou com o jogador Tinga, do Cruzeiro. ““Foi lamentável o episódio de racismo contra o jogador Tinga, do Cruzeiro, no jogo de ontem, no Peru. Ao sair do jogo, Tinga disse que trocaria seus títulos por um mundo com igualdade entre as raças. Por isso, hoje o Brasil inteiro está fechado com o Tinga. Acertei com a ONU e a FIFA que a nossa Copa das Copas também será a Copa contra o racismo. Porque o esporte não deve ser jamais palco para o preconceito”, disse a presidenta na rede social’, disse, via twitter.

 

Fonte: 
Portal da Copa

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