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Fórum da Copa discute atuação do Judiciário durante o Mundial

Padronização

Protocolo deve padronizar atuação dos servidores nos Juizados Especiais do Torcedor e da Infância e Juventude nos estádios
por Portal Brasil publicado: 25/02/2014 15h19 última modificação: 30/07/2014 02h41
Divulgação Minuta do documento será entregue nas próximas semanas ao presidente do Conselho Nacional de Justiça

Minuta do documento será entregue nas próximas semanas ao presidente do Conselho Nacional de Justiça

Integrantes do Fórum Nacional de Coordenação das Ações do Poder Judiciário para a Copa do Mundo reuniram-se em Brasília para apresentar as linhas gerais do protocolo a ser celebrado com a Fifa e o Comitê Organizador Local (COL), que definirá a atuação do Poder Judiciário durante o evento.

O protocolo deve padronizar, nos doze estados que receberão jogos da Copa, a forma como vão trabalhar os servidores do Judiciário que atuarem nos Juizados Especiais do Torcedor e da Infância e Juventude no interior dos estádios durante os jogos. O documento definirá regras de acesso e controle dos servidores da Justiça, número máximo, perfil das pessoas que serão credenciadas para atuarem nos Juizados e a forma de credenciamento.

Uma minuta do documento será entregue nas próximas semanas ao presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa. “Por meio desse protocolo, definimos quantas pessoas vão trabalhar. Vamos credenciar esse pessoal, identificá-los, e a Fifa vai saber quem são essas pessoas, para que essa pessoa chegue ao estádio e seja reconhecida pelo responsável pela segurança”, explicou o presidente do Fórum da Copa, conselheiro Paulo Teixeira.

O conselheiro Paulo Teixeira e os juízes auxiliares da Corregedoria Nacional de Justiça Mariella Ferraz de Arruda Nogueira e Gabriel da Silveira Matos reuniram-se também com membros do Ministério de Relações Exteriores para discutir formas de cooperação entre os órgãos, para o atendimento a estrangeiros envolvidos em crimes durante a Copa e outros atendimentos relacionados ao Poder Judiciário. Em casos de prisão de estrangeiros, explicou o conselheiro, é preciso que a Justiça entre em contato com o serviço diplomático do país de origem para informar sobre a prisão.

De acordo com o conselheiro, o Itamaraty terá equipes em todas as cidades-sede e naquelas que funcionarão como centros de treinamento. Essas equipes atuarão como facilitadores no atendimento a estrangeiros, principalmente os de países que não têm grande estrutura consular no Brasil. Nos próximos dias, o CNJ deverá repassar ao Itamaraty os contatos da rede formada pelo Judiciário para atuação durante a Copa, a fim de facilitar a comunicação entre os órgãos, caso seja necessário.

Fonte:
Portal da Copa

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