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Ministro exige providências após jogador sofrer racismo no Peru

Conmebol

Aldo Rebelo, telefonou nesta quinta-feira (13) para o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol
por Portal Brasil publicado: 13/02/2014 15h51 última modificação: 30/07/2014 02h40

Na noite desta quarta-feira (12), o jogador Tinga, do Cruzeiro, foi vítima da condenável demonstração de racismo por parte dos torcedores do Real Garcilaso na estreia da equipe na Taça Libertadores 2014, no Peru.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, telefonou nesta quinta-feira (13) para o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Eugenio Figueredo Aguerra, e exigiu providências enérgicas que combatam e punam atitudes preconceituosas e racistas contra o brasileiro.

Aldo Rebelo também manifestou total solidariedade a Tinga. “No ano em que o mundo inteiro se une para disseminar uma mensagem contra o preconceito durante a Copa do Mundo do Brasil, é inconcebível o comportamento que vimos em Huancayo. Tinga tem todo o nosso apoio na luta contra o racismo, que, esperamos, será combatido com firmeza pela Conmebol.”

Nota da CBF
A CBF, entidade máxima do futebol brasileiro, repudia toda e qualquer forma de preconceito dentro de fora de campo.

Tinga não é o primeiro jogador brasileiro a sofrer preconceito nos gramados. Neymar, Marcelo, Diego Maurício, Roberto Carlos, Hulk e outros já foram também alvo dessa prática que fere as mais elementares normas de civilidade.

O presidente da CBF, José Maria Marin, em nome de todos os desportistas brasileiros, manifesta sua solidariedade ao jogador Tinga e aos dirigentes do Cruzeiro pelo lamentável episódio ocorrido.

"Não só como presidente da CBF, mas, sobretudo como amante do futebol, tenho o dever de repudiar essa prática absurda de racismo que continua acontecendo nos estádios. O futebol é símbolo de congraçamento, de alegria e não de demonstrações de preconceito e intolerância", disse.

Fontes:
Ministério do Esporte
Confederação Brasileira de Futebol

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