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Esporte

Brasil fatura 19 medalhas no Aberto Pan-Americano de Judô

Buenos Aires

País liderou o quadro de medalhas, seguido pela Grã-Bretanha que faturou uma medalha de ouro apenas
por Portal Brasil publicado: 24/03/2014 10h29 última modificação: 30/07/2014 02h42
Divulgação Último dia de competição (23) rendeu ao Brasil sete medalhas, sendo quatro de ouro, uma de prata e duas de bronze

Último dia de competição (23) rendeu ao Brasil sete medalhas, sendo quatro de ouro, uma de prata e duas de bronze

A delegação brasileira de judô terminou o Aberto Pan-Americano de Buenos Aires com 19 medalhas, sendo oito de ouro, duas de prata e nove de bronze. O País liderou o quadro de medalhas, seguido pela Grã-Bretanha que faturou uma medalha de ouro apenas. Esse domingo (23), último dia de competição, rendeu ao Brasil sete medalhas, sendo quatro de ouro, uma de prata e duas de bronze. Os títulos foram de Eduardo Bettoni (90kg), Hugo Pessanha (100kg), Gabriel Santos (+100kg) e Rochele Nunes (+78kg). Samanta Soares (78kg) ficou com a prata e João Gabriel Schlittler (100kg) e Horácio Antunes (100kg) com os bronzes.

No sábado, primeiro dia de competição, Eric Takabatake (60kg), Marcelo Contini (73kg),  Eleudis Valentim (52kg) e Mariana Silva (63kg) foram campeões; Gabriela Chibana (48kg) foi vice; e Jéssica Henriques (48kg), Raquel Silva (52kg), Milena Mendes (52kg), Manoella Costa (57kg), Allan Kuwabara (60kg), Daniel Santos (66kg) e João Pedro Macedo (73kg) conquistaram o bronze. A competição contou com atletas de 16 países.

Neste domingo, alguns atletas aproveitaram para confirmar a boa fase. Rochele Nunes (+78kg), que já havia conquistado o ouro no Aberto de Montevidéu na última terça-feira (18), fez três lutas para chegar ao título. Ela passou pelas argentinas Graciela Alvarez e Samantha da Cunha. Na decisão, dominou a luta contra a mexicana Vanessa Zambotti e aproveitou uma brecha para jogar a adversária por wazari faltando menos de um minuto para o fim da luta.

“Como já conhecia bastante a Zambotti, procurei não me arriscar muito e forçá-la a errar. Quando ela já tinha sido punida três vezes, teve que vir para cima e aproveitei a oportunidade. Volto para o Brasil bastante leve por ter conseguido cumprir meu objetivo de faturar dois ouros”, disse Rochele.

“Acredito que as meninas da seleção cumpriram o objetivo de subirem ao pódio. Acho que todas mostraram muita atitude. Mas, se tiver que citar um nome como destaque, diria que foi a Rochele, que dominou as adversárias e não colocou o ouro em risco em nenhum momento”, disse Danille Zangrando, técnica da equipe feminina nas competições sul-americanas.

O primeiro ouro do dia veio com Eduardo Bettoni na categoria médio. O paranaense que mora e treina em Belo Horizonte também repetiu o desempenho do Aberto de Montevidéu. No caminho até a medalha, teve adversários duros pela frente como os britânicos Michael Horley e Gary Hall e o francês Ludovic Gobert.

“Depois do título no Uruguai, eu cheguei para essa competição muito mais confiante e tranquilo, sabendo da minha capacidade e de onde poderia chegar. Acho que foi muito bom para ganhar experiência e, daqui para frente, é manter o foco e dar meu máximo nas próximas competições como fiz aqui”, disse Bettoni.

Outro que conquistou o segundo ouro na mesma semana foi Hugo Pessanha. O atleta da categoria meio pesado fez sua quarta competição com a seleção no ano e faturou suas primeiras medalhas. Neste domingo, ele passou pelo canadense Marc Deschenes, pelo britânico Adam Hall, pelo compatriota Horácio Antunes nas semifinais e pelo experiente britânico Euan Burton na decisão. O mesmo adversário da final no Uruguai.

“Na primeira final, eu fiquei um pouco desconfiado e preferi ser mais conservador. Hoje, optei por tentar entrar mais golpes e acabou dando certo. Depois de dois desempenhos que não me deixaram satisfeito na França e na Áustria, acho que comecei a consertar meus erros. O meu objetivo para o ano é me firmar na seleção, terminar minha adaptação à categoria e galgar algumas posições no ranking”, disse Pessanha, que jogou Burton por ippon com 40 segundos de luta na decisão.

E para finalizar a participação brasileira no Aberto de Buenos Aires, Gabriel Santos (+100kg) ficou com o ouro entre os pesados ao derrotar o russo Soslan Bostanov na última luta da competição. Antes, havia vencido o argentino Matías Del Sol, o espanhol David Fernandez e o uruguaio Ignácio Caetano.

“Esse título foi muito importante para mim porque eu havia me machucado em Montevidéu e cheguei a pensar que não daria para competir hoje. Mas a Priscila Marques e a Roberta Mattar – fisioterapeutas da seleção – trabalharam muito bem e consegui lutar. Consegui consertar alguns erros que cometi em Montevidéu e somar uns pontinhos para o ranking”, disse Gabriel Santos.

“Acredito que os atletas aproveitaram bem a oportunidade que tiveram e fizeram o dever de casa. Nós realmente esperávamos que todos os atletas da seleção chegassem ao pódio e foi o que aconteceu, mesmo tendo equipes fortes como a França, a Rússia e a Inglaterra”, disse Mário Sabino, técnico da equipe masculina.

O próximo desafio da seleção brasileira é o Grand Prix de Samsun, na Turquia, já no próximo final de semana, 29 e 30 de março. O Brasil será representado por Ketleyn Quadros (57kg), Mariana Barros (63kg), Bárbara Timo (70kg), Maria Suelen Altheman (+78kg), Vinícius Sakamoto Leal (60kg), Charles Chibana (66kg) e Victor Penalber (81kg).

Fonte:
Ministério do Esporte

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