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Técnicos estrangeiros relatam expectativas e fazem projeções para a Copa

Copa do Mundo

Treinadores comentam a simbologia da data e como encaram a reta final de preparação para jogar o Mundial de 2014
publicado: 04/01/2014 01h31 última modificação: 30/07/2014 02h41

Entusiasmo, expectativa, uma lista de tarefas a serem feitas e ansiedade. Esses são os sentimentos manifestos por técnicos de seleções que virão ao Brasil a cem dias de a bola rolar para o Mundial de 2014.

“Estar a 100 dias do Mundial é intenso. Cem dias passam muito rápido, especialmente quando você está esperando algo sensacional acontecer. Jogar uma Copa no Brasil é como voltar na história, ao Maracanã de 1950, sabendo que aquela foi uma Copa do Mundo épica”, afirmou o técnico do México, Miguel Herrera.

“Será sensacional. Não há dúvidas de que o México vai jogar uma Copa diferente, e quem sabe não acontece conosco exatamente o que aconteceu com o Brasil no México, em 1970”, completou Herrera, em referência ao tricampeonato conquistado pelo Brasil em solo mexicano. A equipe mexicana planeja a chegada ao Brasil para 7 de junho. O período de preparação será em Santos (SP).

O italiano Fabio Capello, técnico da Rússia, fez questão de ressaltar a aura diferenciada que existe em jogar no Brasil. “O espírito do futebol está aqui. As regras e a criação do esporte vieram da Inglaterra, mas o espírito de futebol vive no Brasil”, afirmou.

Identidade linguística

O português Carlos Queiroz, técnico do Irã, ressaltou o diferencial de uma Copa em que sua língua materna será ouvida com intensidade. “Esta Copa é especial para mim por razões culturais. A língua, a identidade, a proximidade que existe entre Portugal e Brasil. Principalmente porque na linguagem do futebol, aqui é a mãe pátria”, afirmou. “Por isso, a expectativa é enorme e o entusiasmo não tem limites. Estamos totalmente empenhados em preparar a equipe para chegarmos aqui e fazermos bem o nosso papel”, disse Carlos Queiroz. A programação da equipe asiática prevê a chegada ao Brasil em 3 de junho, após a disputa de três amistosos preparatórios contra Bielorrússia, Montenegro e Angola.

Responsabilidade campeã

Com a tarefa de defender o título conquistado há quatro anos, na África do Sul, o técnico Vicente Del Bosque lista os quesitos aos quais precisará estar atento a 100 dias da Copa para garantir que sua equipe chegue ao Brasil com chances de levar o bi.

“Temos de nos focar no que é melhor fazermos, em quais são os principais elementos para treinar e fazer com que cheguemos às melhores condições. E temos de levar em conta a temporada intensa que muitos de nossos jogadores têm, com Copa da Espanha, Liga dos Campeões e jogos internacionais”, afirmou o treinador.

“Temos de nos certificar de que conseguiremos dar a todos as condições ideais, nem a mais nem a menos. Ao mesmo tempo, precisamos propiciar a todos os jogadores um ambiente perfeito, porque o período de concentração pode ser de até 51 dias”, lembrou Del Bosque. A Espanha adotou o Centro de Treinamento do Atlético-PR como base durante a estadia no Brasil. Para Del Bosque, o Brasil é o adversário a ser batido.

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