Esporte
Adriana Araújo volta a treinar na seleção brasileira de boxe
Preparação
A pugilista Adriana Araújo voltou, na última semana, aos treinos na seleção brasileira de boxe. Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, a baiana começou a preparação visando subir ao pódio no Campeonato Mundial que será disputado no mês de novembro, na Coreia do Sul.
Adriana, que recebe o benefício do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, apresentou-se à seleção, fez os exames médicos e na sequência iniciou os trabalhos físicos. Faltando pouco mais de dois anos para o Rio 2016, a pugilista começa a preparação visando aos Jogos.
Fora da equipe principal desde abril de 2013, por conta de divergências com a Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), o retorno de Adriana à seleção brasileira foi sacramentado no final de fevereiro, após reunião no Ministério do Esporte. O encontro com a medalhista de bronze em Londres contou com a presença do presidente da CBBoxe, Mauro José da Silva, e do secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser.
A atleta terá três competições principais neste ano. O Campeonato Brasileiro, em julho, o Campeonato Pan-Americano, em outubro no México; e o Campeonato Mundial em novembro, na Coreia do Sul. “Quero ser campeã mundial na Coreia esse ano”, afirma a pugilista em entrevista ao portal GloboEsporte.com.
Em reunião realizada no mês de fevereiro no Ministério do Esporte, ficou acertado que Adriana será indicada à Bolsa Pódio — benefício concedido aos atletas com reais chances de medalhas nos Jogos do Rio 2016. Atualmente ela recebe o benefício do programa Bolsa Atleta na categoria olímpica.
Na época, o secretário Leyser ressaltou que o objetivo do encontro foi buscar um caminho que marcasse o retorno de Adriana Araújo à equipe principal, de modo que o país não perdesse uma atleta com chances reais de pódio nos Jogos Olímpicos do Rio 2016. A meta do governo federal é que o país termine as Olimpíadas entre os 10 primeiros no quadro de medalhas. Para isso, o Brasil terá de conquistar entre 27 e 30 medalhas, de acordo com os cálculos do COB. “Todo atleta brasileiro com potencial de medalha irá receber todas as condições para tentar a conquista”, frisou.
Fonte:
Ministério do Esporte
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