Esporte
Cerca de 38% dos locais de competição estão prontos
Rio 2016
Faltando cerca de dois anos para os Jogos Rio 2016, 38% dos locais de competição já estão prontos para o evento. Das 29 instalações permanentes, 11 estão operacionais, oito necessitam de reforma e outras 10 fazem parte do legado esportivo que será construído para a cidade. O evento contará ainda com oito instalações temporárias, montadas apenas para receber as competições. Faltam exatamente 813 dias para os Jogos Olímpicos e 846 para os Paralímpicos.
A evolução das obras pode ser observada nas quatro Regiões de competição. Enquanto a construção do Parque Olímpico da Barra avança, com a conclusão das obras de fundação dos Halls Olímpicos 1, 2 e 3, o Campo Olímpico de Golfe está sendo irrigado para dar início ao plantio da grama. Na Lagoa Rodrigo de Freitas, os estudos batimétricos — para análise da profundidade — já foram realizados, ao passo que o desenho do percurso integrado das pistas de atletismo, ciclismo e paraciclismo de estrada, no Parque do Flamengo, foi iniciado.
“Estamos avançando na construção das instalações de competição do Rio 2016, com todos os projetos básicos e executivos concluídos ou em fase de conclusão e com as obras de fundação em plena execução. Embora não sejam tão visíveis, os trabalhos preparatórios do terreno e fundações, que ocorrem embaixo do solo, são extremamente importantes para a estrutura final e, muitas vezes, correspondem até a 20% do volume total da construção”, explica Alexandre Techima, diretor de Integração de Infraestrutura do Comitê Rio 2016.
Em Deodoro, o processo de licitação do segundo maior complexo esportivo dos Jogos está em curso, com o início das obras previsto para o segundo semestre deste ano. Três locais de competição já existentes — o Centro Nacional de Tiro Esportivo, o Centro Nacional de Hipismo e o Centro Aquático de Pentatlo Moderno — serão adaptados, quatro instalações novas representarão um importante legado esportivo para a cidade e duas estruturas temporárias também serão criadas. Em paralelo, o Maracanã se prepara para receber, no próximo mês, os jogos da Copa do Mundo da Fifa 2014.
De olho dos Jogos
Após as Olimpíadas e as Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, o esporte brasileiro entrou em uma nova fase de desenvolvimento. A partir de julho de 2001, quando foi sancionada a Lei Nº 10.264, conhecida como Lei Agnelo/Piva, os investimentos federais no esporte olímpico e paraolímpico do País foram incrementados ano a ano, contando também com o surgimento de novos programas que mudaram radicalmente a estrutura esportiva nacional. Esses programas ampliaram as condições estruturais e técnicas para nossos atletas representarem bem o Brasil nas mais importantes competições do cenário internacional.
Com o tempo, à Lei Agnelo/Piva somaram-se o programa Bolsa-Atleta, criado em 2004; a Lei de Incentivo ao Esporte, de 2006; e, mais recentemente, o Plano Brasil Medalhas, lançado em 2012.
E após o Rio ser escolhido como sede dos Jogos, na 121ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI), realizada em Copenhague, o Ministério do Esporte passou a atuar com ainda mais foco no esporte de alto rendimento, visando aos Jogos de 2016, e a trabalhar para o fortalecimento das categorias de base e para a melhoria da infraestrutura esportiva. O objetivo é deixar um legado não apenas para 2016, mas para as demais edições olímpicas e paraolímpicas.
Confira abaixo o status de cada uma das instalações por região de competição:

Fonte:
Brasil 2016
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