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Treinamentos no exterior são apostas do atletismo para 2016

Capacitação

Foco principal é preparar atletas com treinamentos em campings nos principais centros de atletismo e em competições internacionais
por Portal Brasil publicado: 08/05/2014 20h29 última modificação: 30/07/2014 02h34

Nenhuma preparação eficaz voltada para os Jogos Olímpicos é feita sem que para isso seja necessário um trabalho de alguns anos de antecedência. Pensando nisso, em maio de 2013, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), em parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), deu início ao Programa de Cooperação de Preparação do Atletismo para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

 O objetivo principal é preparar, por meio de campings de treinamentos nos principais centros de atletismo do planeta, e também em competições periódicas no exterior, os atletas do Brasil que mais têm chances de subir ao pódio nos Jogos do Rio 2016.

 O responsável pelo projeto dentro da CBAt é Antônio Carlos Gomes, superintendente de alto rendimento da entidade, que ressaltou a importância dessas ações dentro do contexto de preparação do atletismo para 2016. “O projeto tem com objetivo melhorar a preparação dos atletas para os Jogos. Nesse caso, os trabalhos são específicos para algumas provas, como as de velocidade e as de revezamento 4 x 100m e 4 x 400m”, detalhou.

 “Essas equipes de revezamento estão sendo preparadas com a ajuda de instituições americanas, inclusive com supervisão do Michael Johnson, ex-campeão olímpico. Ele está nos ajudando com o revezamento 4 x 400m masculino, enquanto o revezamento 4 x 100m feminino está sendo trabalhado na Universidade de Miami”, continuou Antônio Gomes.

 “Além disso, temos outros campings. O pessoal de provas combinadas, que são o decatlo e o heptatlo, está na Europa. E o salto com vara também está fora, trabalhando na Itália. Temos ainda o programa do salto em distância com o Duda (bicampeão mundial indoor) e a turma da marcha atlética, que também está no programa na Europa. Enfim, o pessoal está buscando os principais centros do mundo para se aperfeiçoar”, ressaltou o superintendente.

 Antônio Carlos evita falar em expectativas. “Ainda é cedo para isso, pois resultados em atletismo são vistos em termos de recordes ou melhoras nas marcas”, explicou. Entretanto, ele espera já ter uma ideia dos resultados iniciais do Programa de Cooperação de Preparação do Atletismo para os Jogos Olímpicos Rio 2016 no Campeonato Mundial de Revezamento, que será disputado entre os dias 24 e 25 de maio, em Nassau, nas Bahamas.

 “Estamos indo para as Bahamas com as equipes dos quatro revezamentos olímpicos (4 x 100m e 4 x 400m, no masculino e feminino). É um campeonato só de revezamento, por isso é um pouco diferente dos outros. Mas nosso objetivo é buscar a medalha. Mas, para isso, temos que, primeiramente, colocar nossos times nas finais. Esse é o primeiro desafio. Então, a partir de aí vamos pensar no que vem depois”, observou.

 Quando pensa nos Jogos do Rio, Antônio Carlos Gomes é ainda mais cauteloso. Para ele, qualquer prognóstico em relação à evolução dos atletas do Brasil com foco em 2016 no atletismo só poderá ser feito após o Campeonato Mundial, que será disputado em agosto de 2015, na China.

Fonte:

Brasil 2016

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