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Esporte

Diego Costa é diferencial para Espanha de 2014, diz Xavi

Expectativa

Mata-mata da Espanha e Holanda, nesta sexta (13) é uma das partidas mais esperadas da primeira fase da Copa
por Portal Brasil publicado: 13/06/2014 14h33 última modificação: 30/07/2014 02h29

Poucas partidas de uma fase de grupos da Copa do Mundo da Fifa poderiam causar tanta expectativa quanto um duelo entre Espanha e Holanda. O confronto, que acontece em Salvador nesta sexta-feira (13) é um dos mais aguardados do Brasil 2014, por ser a reedição da final do Mundial de 2010. Na ocasião, o jogo em Johanesburgo terminou com vitória espanhola, tornando a Espanha a Campeã do Mundo.

A Espanha mudou pouco em relação a 2010: a Fúria conta com 11 jogadores que entraram em campo na final do último Mundial, e no banco de reservas tem um conhecido de longa data: Vicente del Bosque.

As alterações no modo de jogar da seleção espanhola também foram limitadas. "O mesmo estilo, os mesmos jogadores, o mesmo treinador e a mesma filosofia", resumiu Xavi ao Fifa.com. "Realmente houve poucas mudanças." No entanto, uma pequena mas importante diferença em relação a 2010 pode ser o surgimento de um novo astro na constelação espanhola.

"Se o Diego Costa jogar, ele adicionará muitas qualidades à equipe", disse Xavi, analisando o seu companheiro de seleção, nascido no Brasil, mas naturalizado espanhol. "Ele é muito rápido no ataque, protege a bola muito bem, é muito talentoso na frente do gol e está em grande fase. Além disso, está muito motivado para jogar no Brasil, no País em que nasceu. É muito bom tê-lo na equipe."

A experiência de Sneijder

Já a Holanda levará uma equipe bem diferente para a Arena Fonte Nova em Salvador. O time laranja contará no Brasil 2014 com apenas cinco jogadores que estiveram em campo na final: Wesley Sneijder, Robin van Persie, Arjen Robben, Nigel de Jong e Dirk Kuyt. E o treinador também mudou: Louis van Gaal substituiu Bert van Marwijk à beira do gramado. "A cara da equipe mudou muito nos últimos quatro anos, muitos jogadores jovens se juntaram a nós", analisou Sneijder. "Temos uma mistura perfeita entre jovens talentos e atletas experientes."

Sneijder viverá um dia especial contra a Espanha: jogará seu 100º jogo pela seleção holandesa. "Com certeza será algo especial disputar o meu centésimo jogo na Copa do Mundo no Brasil, e justamente contra a Espanha, uma das melhores seleções do planeta", afirmou o meia-atacante. "Obviamente, espero coroar esta marca com uma vitória. Então, tudo vai ser perfeito."

Recentemente, o ex-atacante da seleção holandesa Pierre van Hooijdonk, com a lembrança da derrota de 2010 ainda fresca na memória, comentou que a situação agora será diferente. "Os integrantes da nossa seleção mudaram completamente", analisou. "O treinador (Louis van Gaal) realizou várias transições. A equipe tem um novo sistema, o que é bom porque agora será mais difícil para os adversários nos superarem."

Uma possível revanche

Se a Holanda perder para a Espanha novamente, Sneijder sabe que sua equipe pode se recuperar depois. "Mesmo se as coisas derem errado, nada estará perdido ainda, afinal ainda teremos outras duas partidas. A Espanha é um teste ideal para vermos qual é o nosso nível atual. Vamos começar o torneio contra a equipe que enfrentamos na última partida há quatro anos. Mesmo assim, não se trata de uma revanche pela final perdida em 2010, mas sim de um jogo completamente diferente”, opinou o meia.

"É um belo jogo", comentou Xavi. "É a repetição da decisão da Copa do Mundo. Estamos esperando ansiosamente por essa partida. Os holandeses são adversários complicados e estamos em um grupo difícil." Sneijder concordou com o meia espanhol. "Não é normal estrear contra um adversário assim, que normalmente só encontramos na fase de mata-mata".

Fonte:
Fifa
Portal Brasil 

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