Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2014 > 06 > Em Brasília, amigos de Hernanes torcem por chance do meia contra Camarões

Esporte

Em Brasília, amigos de Hernanes torcem por chance do meia contra Camarões

Copa 2014

Além da família, que tem acompanhado os jogos, um grupo de oito amigos vai conferir a última partida da seleção na primeira fase
por Portal Brasil publicado: 23/06/2014 10h26 última modificação: 30/07/2014 02h30

Quando Hernanes entrou no lugar de Paulinho no jogo entre Brasil e Croácia, na estreia da Copa do Mundo 2014, um filme passou na cabeça do administrador Gustavo Cunha. Um filme em que Hernanes era seu companheiro de equipe no futsal, adversário em algumas situações e finalmente, nos últimos tempos, orgulho de uma galera que começou a bater bola em campinhos de barro. Amigo do jogador há quase 20 anos, Gustavo e mais sete amigos vão a Brasília com esperanças de ver, pela primeira vez, o “Pi”, como era chamado Hernanes entre amigos e familiares, vestir a camisa verde-amarela. Dos campinhos de um condomínio do Recife aos gramados do Mundial, o meia é motivo de celebração para o grupo, que torce para que Felipão o acione novamente.

A história de perseverança do meia pernambucano vem de longe, como lembram os amigos de infância. Treinos insistentes de dribles com pilastras, faltas com a esquerda e com a direita nos intervalos do treino e até caminhada na ponta dos pés para reforçar a panturrilha estão no rol das memórias de quem conviveu com o jovem “profeta”. “Ele sempre foi muito esforçado, ficava até tarde da noite treinando no escuro, corrigindo os erros. É um autodidata”, elogiou Victor Hugo Costa, que jogava com o amigo nos tempos em que os dois moravam no mesmo condomínio, na Zona Oeste do recife.

Com tantas histórias para contar, não era para menos que a “torcida do Pi” estivesse tão feliz com a possibilidade de vê-lo jogar. “A gente se reuniu para ver a estreia do Brasil e a entrada de Hernanes pegou todo mundo de surpresa, pois ele não havia entrado no amistoso contra a Sérvia”, disse Gustavo Cunha. “Quando vimos a placa, a festa foi tanta que parecia que tinha saído gol”, completa. Para o administrador, o amigo organiza o meio-campo quando entra em campo, o que faz dele um 12º jogador de peso.

O jogo de Brasília caiu como uma luva. Como Hernanes não é titular, os amigos resolveram esperar um jogo mais “fácil” para que as chances de o meia ser acionado pelo técnico fossem maiores. O próprio jogador, que tem direito a 15 ingressos por partida, procurou os amigos para presenteá-los com as entradas. Para o meia, o apoio tem sido fundamental. “Muito massa ter a família por perto e os amigos que viajaram por volta de 1.000 km somente para estar perto de mim e da seleção. Obrigado por todo esse amor e dedicação!”, publicou o jogador nas redes sociais após o jogo entre Brasil e México.

Partida
A realidade da Seleção Brasileira não reflete a tranquilidade esperada para o confronto contra Camarões. Depois de uma vitória por 3 a 1 sobre a Croácia na estreia, o empate sem gols com o México transformou a partida desta segunda-feira (23) contra os africanos, às 17h, em um jogo decisivo para a Seleção Brasileira. Mais de 70 mil torcedores são esperados nesta segunda-feira no Estádio Nacional.

Após testar 55 jogadores desde que reassumiu a Seleção, Scolari escolheu o grupo que irá tentar o hexacampeonato da Copa do Mundo

Fonte:
Porta da Copa

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País

Últimas imagens

Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Divulgação/Ministério da Educação
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital