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Ações em saúde e vigilância sanitária são preparadas para Copa

Operação

Ao todo, 1,5 mil profissionais de saúde das áreas de assistência, vigilância sanitária, epidemiológica e saúde suplementar estarão envolvidos nas cidades-sedes
por Portal Brasil publicado: 12/06/2014 13h49 última modificação: 30/07/2014 02h29

Uma série de ações em saúde e vigilância sanitária já estão sendo implementadas nas cidades-sedes da Copa do Mundo FIFA 2014. Desde o final de maio, os Centros Integrados de Operações Conjuntas da Saúde estão em funcionamento. Os CIOCS foram ativados a 15 dias e seguem até 23 de julho. Os centros irão monitorar as situações de risco, a demanda por atendimento, a vigilância epidemiológica e sanitária, além de coordenar respostas diante de emergências em saúde pública nas 12 cidades-sede do Mundial.

Ao todo, 1,5 mil profissionais de saúde (das áreas de assistência, vigilância sanitária e epidemiológica, além da saúde suplementar) estarão envolvidos nas atividades de campo e de monitoramento coordenadas pelo CIOCS. Serão 57 dias de funcionamento, com equipes mobilizadas em regime de plantão durante 24 horas.

“O Brasil está preparado para receber a Copa do Mundo. Mais do que isso, demos passos consistentes para ter um sistema de saúde integrado entre União, estados e municípios, e que está fortalecido para lidar com grandes eventos e proteger a vida dos turistas estrangeiros e dos brasileiros que participam dessa grande festa”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

O ministro também ressaltou que o trabalho realizado como preparação para os jogos será um legado para os brasileiros. “O nosso compromisso foi o de fazermos algo não somente para o Mundial, mas que pudéssemos aperfeiçoar a nossa rede de urgência, de assistência, as ações de vigilância sanitária e de doenças e a nossa capacidade de agir de forma integrada, para que isso ficasse como um legado a se utilizar pelo País em outros eventos de grande porte e no dia a dia da população”, afirmou.

O CIOCS produzirá diariamente boletins de monitoramento dos atendimentos de saúde, com informações sobre inspeções sanitárias, fichas de atendimento nas arenas e informações sobre vigilância e assistência. Haverá também 12 centros regionais, um em cada cidade-sede, para a troca de informações. O Centro Integrado de Operações Conjuntas de Saúde é uma estratégia de monitoramento adotada desde 2011 pelo Ministério da Saúde e já foi ativado durante os jogos da Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude.

Presencialmente, o Centro Integrado será ativado diariamente pela manhã e será finalizado após três horas do término da partida, mantendo equipes de sobreaviso na esfera federal e nas cidades-sedes. O CIOCS nacional manterá comunicação com os núcleos regionais nas sedes e com o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) – responsável por coordenar e acompanhar a Operação de Segurança durante a Copa do Mundo. Participam do CICCN os órgãos envolvidos na organização do evento, como o Ministério da Defesa, Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Rodoviária Federal, Ministério do Esporte, além de outras instituições.

Vigilância participativa

De acordo com o ministro, estará disponível para download, o aplicativo Saúde na Copa, nos idiomas português, inglês e espanhol, destinado aos torcedores brasileiros e estrangeiros. Por meio do aplicativo, o Ministério da Saúde poderá mapear ocorrências de sintomas similares entre a população, possíveis surtos ou mudança no comportamento epidemiológico da população.

O CIOCS será responsável por acompanhar e analisar as informações coletadas por meio do aplicativo. Na prática, os torcedores poderão ajudar técnicos do SUS a mapear ocorrências de sintomas similares em uma determinada localidade. Para isso, o usuário indicará diariamente qual é a sua condição de saúde (muito bem, bem, mal ou muito mal). A partir dos resultados, o Ministério da Saúde, em conjunto com os governos municipais e estaduais, poderá adotar as providências necessárias para informar e proteger a população. A interação com o torcedor é um complemento para detectar tendências de mudança na saúde dos usuários, que já é feito pelas equipes de vigilância epidemiológica.

Cabe destacar que o SUS está preparado para detectar a introdução de novas doenças ou alteração do padrão epidemiológico do Brasil. Durante o Mundial, as equipes de vigilância e assistência atuarão no monitoramento de situações nas arenas e entorno, nos postos médicos e outras unidades de saúde, bares, restaurantes, rede hoteleira, rede assistencial, SAMU, portos, aeroportos e fronteiras, Fan Fests e outras festas, centros de treinamento e municípios turísticos.

Balanço

Nos estádios e intermediações – até dois quilômetros de distância das arenas – a Fifa é a responsável pelos atendimentos de emergência. Mas haverá um profissional de referência do CIOCS dentro de cada estádio para monitorar as ocorrências, além de outros profissionais da vigilância e assistência para fazer a avaliação de risco e garantir atendimento, acionando a estrutura do SUS quando houver necessidade.

Além disso, as 12 cidades-sede têm um aparato de 531 unidades móveis do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), 66 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), e 71 hospitais de referência que funcionam de forma integrada para fazer o atendimento da população local e dos turistas brasileiros e estrangeiros.

Cerca de três mil profissionais da Força Nacional do SUS (FN-SUS) estão capacitados para atuar no Mundial. Ao todo, nos últimos três anos, cerca de 10 mil profissionais de saúde foram capacitados para atuar em todo território nacional em situações de emergência, quando expirada a capacidade local. Além dos voluntários da Força Nacional, são servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Sistema Único de Saúde que atuam em estados e municípios.

A Força Nacional foi criada em novembro de 2011 para agir no atendimento às vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico e eventos de massa. Atualmente, a Força Nacional conta com 12.869 voluntários distribuídos em todo o País. Desde sua criação, a FN-SUS participou de 23 missões, sendo onze de desastres naturais, sete de apoio à gestão local nas diversas situações, quatro de desassistência e uma relacionada às tragédias.

Preparação

Em 2011, foi criada a Câmara Técnica Nacional de Saúde, que integra profissionais de diversas áreas dos segmentos do Ministério da Saúde e das cidades e estados que sediarão os jogos, para trabalhar de forma padronizada.

 O Ministério da Saúde desenvolveu planos de contingência para acidentes com múltiplas vítimas, para acidentes com produtos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (QBRN), emergências epidemiológicas e desastres. Foram realizados treinamentos para execução dos planos, em conjunto com estados e as cidades-sedes.

Em caso de uma ameaça, incidente ou ataque desta natureza, as ações de detecção, descontaminação, apoio ao atendimento de saúde e remoção por meios aéreos são coordenadas pelo Ministério da Defesa. Apenas a equipe treinada do Exército tem acesso à área. A atribuição do setor de saúde em uma emergência diz respeito, principalmente, ao desenvolvimento de ações de monitoramento ambiental e epidemiológico e na prestação médica (pré-hospitalar e hospitalar) após realizada a descontaminação da vítima pela equipe de profissionais treinados do Exército.

Já em situações de múltiplas vítimas, o CIOCS regional avalia o quadro e aciona o Centro Nacional e, assim, iniciam a articulação da rede, que envolve o acionamento dos profissionais capacitados para atendimento de acidentes.

Atendimento médico nos estádios e Fan Fests

A estrutura de atendimento médico será reforçada nos dias de jogos e também nos arredores das Fan Fests. Em Brasília (DF) será reforçada no Estádio Nacional Mané Garrincha, no Taguaparque, em Taguatinga, onde será realizada a Fan Fest. As equipes serão reforçadas em 20%, haverá mais ambulâncias disponíveis e a Secretaria de Saúde assegura que a população em geral será atendida normalmente durante o evento.

O plano operacional integra SES/DF, Fifa e hospitais públicos e privados. O atendimento dentro do Mané Garrincha, nos dias de jogos, será realizado pela empresa UTI Vida, contratada pela Fifa. A Secretaria de Saúde montará um posto médico avançado nas proximidades da arena: haverá quatro ambulâncias, sendo duas unidades de suporte avançado e duas de suporte básico, além de um posto móvel de regulação nos arredores da arena.

Já a atuação na área da Fan Fest – localizada no Taguaparque – ficará a cargo de uma empresa privada contratada pelo governo do Distrito Federal. A estrutura terá um posto médico com dois profissionais de saúde e uma unidade de suporte avançado. A área externa do local será responsabilidade da SES/DF, também com um posto médico e seis ambulâncias, sendo duas unidades de suporte avançado e quatro de suporte básico.

O reforço de 20% no efetivo de profissionais de saúde é resultado da decisão de restringir as folgas, abonos ou férias dos servidores que trabalham nas emergências. Esse é também o motivo do aumento de ambulâncias (37 para 47) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) “E nenhum leito vai ser reservado ou bloqueado para a Copa. Nossa rede vai funcionar como funciona hoje”, garante o secretário de saúde adjunto, José Bonifácio Alvim.

Encaminhamentos

Nos dias de jogos, pacientes com plano de saúde que estiverem no Mané Garrincha serão encaminhados para hospitais da rede privada. No caso de ocorrências nos arredores da arena, os destinos preferenciais serão hospitais da rede pública, mas pacientes com plano de saúde poderão ser conduzidos para estabelecimentos privados. A mesma lógica vale para a Fan Fest. As operações serão coordenadas a partir do Centro Integrado das Ações de Saúde, que terá a função de monitorar situações de risco em tempo real. O centro integrará ações de assistência e de vigilância.

As ações para a área de saúde durante a Copa incluem ainda a distribuição de aproximadamente 1 milhão de kits com preservativos, lubrificantes e panfletos educativos. A vigilância sanitária não foi esquecida: servidores do setor vão inspecionar serviços de alimentação, shoppings e hotéis, além do Mané Garrincha e da área da Fan Fest.

São Paulo terá plano de contingência em saúde

Com investimento de R$ 8,2 milhões, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo definiu o plano de contingência para atendimento de vítimas em caso de grandes desastres durante a Copa do Mundo, que terá abertura no dia 12 de junho, na Arena Corinthians. A pasta listou 15 hospitais que serão utilizados em caso de necessidade. Eles estão situados na Zona Leste de São Paulo ou em cidades do entorno, como Guarulhos, Santo André, Itaquaquecetuba e Ferraz de Vasconcelos.

Outros 11 hospitais também poderão ser utilizados, dependendo do número de acidentados, incluindo o Hospital das Clínicas, a Santa Casa de São Paulo e o Hospital São Paulo, da Unifesp/SPDM. Em uma situação extrema, com milhares de vítimas, todos os hospitais da região metropolitana serão acionados.

Nas partidas, dois médicos e dois enfermeiros do GRAU (Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências) atuarão dentro do estádio e estarão de prontidão para auxiliar a equipe da Fifa na prestação do primeiro atendimento, com apoio de um médico na Central de Regulação para o encaminhamento de vítimas aos hospitais da região. Também haverá um médico no Centro Integrado de Comando e Controle Regional.

Além disso, duas tendas infláveis, em um raio de um quilômetro da Arena Corinthians, poderão ser utilizadas como hospitais de campanha, com equipes formadas por médicos e enfermeiros que estarão à disposição para atendimentos emergenciais, além de equipamentos, remédios e itens de primeiros-socorros. Elas só serão armadas em caso de necessidade.

Prontidão antiterrorismo

Durante o período da Copa do Mundo, os médicos do GRAU, além de estarem equipados com uma mochila contendo os principais materiais de atendimento pré-hospitalar, terão à mão kits com diferentes tipos de antídotos para a desintoxicação dos pacientes no caso de ataques ou acidentes com produtos tóxicos ou mesmo no caso de emergências químicas e bioterrorismo.

Duas barracas-chuveiro e dez chuveiros infláveis irão garantir o processo de descontaminação de eventuais vítimas de emergências químicas e bioterrorismo, apoiando o Corpo de Bombeiros e as Forças Armadas. Os chuveiros serão distribuídos a hospitais considerados estratégicos, definidos pela secretaria. Além disso, os hospitais irão receber antídotos específicos, como para casos de envenenamento por cianeto e até mesmo por armas químicas, como gás sarin.

O plano de contingência contempla, ainda, um planejamento de fluxo de solicitações e atendimento constituído entre o Aeroporto de Guarulhos e Viracopos, Porto de Santos e a Secretaria da Saúde. Com o estabelecimento deste fluxo, a pasta manterá canal direto com o aeroporto, prestando orientações e enviando médicos e enfermeiros para o local, se necessário.

Em 2013, a secretaria realizou 13 treinamentos, teóricos e práticos, nas áreas de atendimento a emergências químicas, bioterrorismo, ações táticas, emergências nucleares e comando de incidentes. No total, 120 médicos e enfermeiros foram capacitados.

RS monta estrutura para 30 mil atendimentos

Uma estrutura capaz de promover até 30 mil atendimentos emergenciais de saúde foi montada pela prefeitura de Porto Alegre (RS) para assegurar o atendimento à população e aos visitantes durante a Copa. A ação foi articulada em parceria entre os Executivos Municipal e Estadual, com o objetivo de otimizar recursos, articular a rede e garantir retaguarda à realização do evento. "O plano prevê ações desde a atenção básica até os casos mais complexos de atendimento, com hospitais de referência, realização de planos de contingência por todos os hospitais e articulação com a Vigilância em Saúde", explicou o médico Diego Leite, assessor técnico da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

Segundo ele, todo o sistema foi elaborado com base na estimativa de casos a serem atendidos. Para isso, também foi efetuada a contratação de 160 leitos hospitalares e a disponibilização de 10 ambulâncias extras, entre outras medidas.No espaço da Fan Fest, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) estará montada, com sete macas de observação e duas de estabilização, equipes completas de atendimento médico e mais uma UTI móvel e duas ambulâncias básicas.

Além da frota normal de 15 ambulâncias, o Samu terá reforço de outras 10 unidades com equipes completas cedidas pelo Samu estadual nos cinco dias de jogos em Porto Alegre, e quatro unidades nos demais dias de duração da Copa na Capital. Cerca de 400 profissionais estarão envolvidos nessa área de atendimento.

Em parceria com o estado, a Secretaria de Saúde articulou procedimentos para situações que envolvam múltiplas vítimas. Estas ações envolvem Defesa Civil, Bombeiros, Samu estadual, Brigada Militar, Polícia Civil e outros órgãos públicos, além de articulações com as Forças Armadas, que darão apoio com meios de remoção e atendimentos especializados, como em casos de ameaça químico-bacteriológica-radiotiva.

As emergências de toda a rede de saúde estão orientadas a relatar imediatamente a entrada de pacientes estrangeiros, para que esses tenham atendimento adequado. A Coordenação Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) manterá equipes de plantão monitorando restaurantes e outros estabelecimentos do setor de alimentação (inclusive dentro do Beira-Rio), além de todos os demais serviços, como controle epidemiológico, saúde do trabalhador, trabalho infantil e outra s atividades.

Anvisa conclui treinamento de fiscalização sanitária em aeroportos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entrou na reta final dos preparativos para a Copa do Mundo. Na segunda-feira (2), a gerência geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras concluiu mais um treinamento voltado para a fiscalização sanitária de bens e produtos no período do mundial. Mais de 250 novos servidores da Agência estiveram presentes no curso.

De acordo com a gerente geral substituta, Juliana de Almeida, o treinamento tem por objetivo assegurar a presença de servidores capacitados caso haja alguma situação emergencial.  “Este treinamento é uma preparação dos servidores para uma eventual necessidade. Mas é importante destacar que, hoje, temos equipe suficiente para as ações de vigilância sanitária em portos, aeroportos e fronteiras”, sintetiza.

 

Fontes:

Ministério da Saúde

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

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