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Fuleco mantém tradição das mascotes na Copa do Mundo da Fifa

Mundial 2014

Mascote do Mundial 2014 vem sendo um grande sucesso desde que foi apresentado, em novembro de 2012
por Portal Brasil publicado: 08/06/2014 17h28 última modificação: 30/07/2014 02h29
Divulgação/Fifa Ronaldo e Fuleco: seu nome é uma junção das palavras 'futebol' e 'ecologia'

Ronaldo e Fuleco: seu nome é uma junção das palavras 'futebol' e 'ecologia'

A quatro dias do início da Copa do Mundo 2014, o torneio já tem o seu primeiro astro. O Fuleco vem sendo um grande sucesso desde que foi apresentado como a mascote oficial, em novembro de 2012. Com a sua efervescente personalidade, ele vai tornar tudo mais animado durante o evento. O tatu-bola cheio de vida também mantém a rica tradição de mascotes que começou na Copa do Mundo da Fifa 1966 e já nos trouxe figuras inesquecíveis.

Inglaterra 1966: Willie
Primeira, e para muitos a melhor mascote da Copa do Mundo, Willie era um leão que usava uma camisa com os dizeres "World Cup" e representava um símbolo do país anfitrião. Ele fez tanto sucesso que acabou sendo o pioneiro entre mascotes de eventos esportivos e abrindo o caminho para diversos sucessores.

México 1970: Juanito
O sucessor de Willie foi Juanito, um garoto mexicano que usava um sombrero com a inscrição "México 1970" e a famosa camiseta verde do país anfitrião. A imagem vibrante de Juanito deu ainda mais vivacidade à primeira Copa do Mundo transmitida em cores.

Alemanha Ocidental 1974: Tip e Tap
O país anfitrião em 1974 seguiu o mesmo tema, com dois meninos usando a camisa branca alemã, uma com as letras WM (da sigla alemã para Copa do Mundo) e outra com o número 74. Tip e Tap ofereceram uma imagem de união e amizade que seria repetida 32 anos depois.

Argentina 1978: Gauchito
Pelo terceiro torneio consecutivo, os organizadores escolheram a imagem de um garoto, agora o animado Gauchito com a famosa camisa azul e branca. A indumentária típica era completada por um chapéu com os dizeres "Argentina 78", um lenço e um chicote.

Espanha 1982: Naranjito
A Espanha deu um aroma mais cítrico à história das mascotes, com Naranjito na forma de uma laranja. Mais uma vez ele usava a camisa da seleção nacional e mantinha um inconfundível sorriso.

México 1986: Pique
O retorno do México à condição de anfitrião também trouxe de volta o sombrero, mas agora na cabeça de uma pimenta gigante. Pique, que também tinha o típico bigode mexicano, manteve a temática "vegetariana" iniciada por Naranjito.

Itália 1990: Ciao
A edição de 1990 marcou uma significativa mudança. A Itália deixou de lado a imagem tradicional da mascote "fofinha" e optou por algo mais moderno. Ciao, batizado em homenagem à saudação italiana, também foi a primeira e até hoje única mascote sem um rosto. Os designers preferiram uma figura de palitos com as três cores italianas e uma bola na cabeça.

EUA 1994: Stryker
Em 1994 a novidade foi a eleição da mascote pelo público americano, que optou por Stryker, um cachorro que usava as três cores do país com o logotipo da competição na camiseta.

França 1998: Footix
Em 1998, a França voltou ao estilo de 1966, optando por um emblema nacional reconhecido na forma do tradicional galo. Uma das mascotes mais vibrantes até hoje, Footix tinha o corpo azul, a cabeça vermelha e um bico amarelo brilhante, dando ainda mais cor a um torneio memorável.

Coreia/Japão 2002: Ato, Kaz e Nik
A primeira Copa do Mundo do novo milênio trouxe o primeiro trio de mascotes e um esforço futurista dos países anfitriões. Nas cores laranja, roxo e azul, as criaturas jogavam "atomball", um esporte fictício parecido com o futebol. Ato era o técnico, e Kaz e Nik, os jogadores. Os três nomes foram escolhidos por internautas e clientes do McDonald's nos dois países.

Alemanha 2006: Goleo VI e Pille
Os usuários do Fifa.com elegeram Goleo VI e Pille como as suas mascotes favoritas das cinco últimas edições da Copa do Mundo, mostrando o quanto a dupla de 2006 conquistou o público. Depois da alta tecnologia de 2002, eles representaram um retorno a uma forma mais tradicional e também ao leão, agora acompanhado de uma irrepreensível bola falante.

África do Sul 2010: Zakumi
O nome do simpático leopardo é uma mistura de "ZA", iniciais pelas quais a África do Sul é conhecida, e "kumi", que significa o número dez em muitos idiomas da África. Louco por futebol, Zakumi pintou o cabelo de verde para se disfarçar no gramado, mas não conseguiu passar despercebido.

Brasil 2014: Fuleco
Finalmente, a mascote deste ano. Fuleco nasceu em 1 de janeiro de 2000 (o primeiro tatu-bola a nascer no novo milênio!). O seu nome é uma junção das palavras 'futebol' e 'ecologia'. A casca que o protege representa a beleza natural brasileira, que ele está comprometido a preservar, e contrasta com o tom verde do campo, permitindo que Fuleco tenha destaque no gramado.  

Fonte:
Federação Internacional de Futebol

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