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Itália enfrenta a Costa Rica em busca da liderança no grupo D

Copa 2014

Suíça e França jogam em Salvador, pelo grupo E, e Honduras enfrenta o Equador em Curitiba, às 19h
por Portal Brasil publicado: 20/06/2014 12h27 última modificação: 30/07/2014 02h30

Quatro equipes que venceram na estreia voltam a campo nesta sexta-feira (20). A Costa Rica provocou enorme surpresa ao derrotar o Uruguai marcando três gols pela primeira vez em Mundiais, e agora enfrenta uma Itália de vocação ofensiva que colocou pelo menos uma bola na rede nas suas últimas 15 partidas de Copa do Mundo.

Já os líderes do Grupo E são velhos conhecidos. Suíços e franceses se encontraram em 36 ocasiões, com ligeira vantagem para os Bleus (15 vitórias, 12 derrotas e nove empates). Na rodada inaugural, os franceses venceram Honduras com tranquilidade, enquanto os vizinhos precisaram virar para cima da seleção equatoriana.

E se não houver ganhador na partida entre Honduras e Equador, o vencedor do duelo entre França e Suíça já estará classificado. Será um confronto interessante entre a sólida defesa hondurenha e um conjunto equatoriano de bons recursos ofensivos. O retrospecto é levemente favorável aos sul-americanos, com três vitórias e sete empates para duas derrotas em 12 jogos.

Os jogos

Itália x Costa Rica (Grupo D), Arena Pernambuco, Recife, 13h (hora locale)

Suíça x França (Grupo E), Arena Fonte Nova, Salvador, 16h (hora local)

Honduras x Equador (Grupo E), Arena da Baixada, Curitiba, 19h (hora local)

Você sabia?

Equatorianos e hondurenhos não precisam de espião para conhecer o futebol do adversário. O técnico do Equador, Reinaldo Rueda, comandou Honduras na Copa de 2010 — infelizmente para os centro-americanos, sem grande sucesso. Já o atual treinador hondurenho, Luis Fernando Suárez, levou o Equador às oitavas de final no Mundial de 2006.

Bons presságios

Autor de dois gols contra Honduras, Karim Benzema foi o primeiro francês a balançar as redes duas vezes na mesma partida de Copa do Mundo desde Zinedine Zidane na final do dia 12 de julho de 1998. Aliás, o atacante da França poderia até ter feito o terceiro no lance do gol contra do goleiro hondurenho, algo que não acontece desde a trinca de Just Fontaine contra o Paraguai em 1958, no Mundial em que terminou com 13 gols. O torcedor mais otimista já vê aí dois bons presságios para a França.

Pedras no caminho

Ao bater o Equador por 2 a 1 de virada na primeira partida, a Suíça conquistou a sua primeira vitória contra oponentes da América do Sul em Copas do Mundo. Foram quatro derrotas e um empate nos cinco duelos anteriores. Desta vez, os suíços precisaram contar com dois jogadores vindos do banco para marcar os dois gols, feito que somente seis equipes conseguiram realizar.

Jogadores suspensos

Wilson Palacios (Honduras)

Ameaçados

Johan Djourou (Suíça); Paul Pogba, Yohan Cabaye e Patrice Evra (França); Luis Garrido e Oscar García (Honduras); Juan Carlos Paredes (Equador)

Você vai gostar de ver

Desde que assumiu o comando da seleção italiana, Cesare Prandelli abandonou o catenaccio para propor um futebol mais vistoso e produtivo. Saiba tudo sobre a nova Azzura conferindo a página da Itália no Fifa.com. Já os franceses esperam ter encontrado um sucessor para Just Fontaine na pessoa de Karim Benzema, mas o camisa 10 certamente terá trabalho para marcar 13 gols em uma Copa. Por fim, se você gostou da apresentação do Equador na estreia contra a Suíça, não deixe de conhecer também a história do mais novo clássico do futebol equatoriano.

Nesse dia em...

No dia 20 de junho de 1954, a cidade suíça da Basileia recebeu a terceira partida válida pelo Grupo B da Copa do Mundo. A Hungria, grande favorita do torneio, infligiu à Alemanha uma das maiores goleadas da sua história: 8 a 3. O time dos sonhos liderado por Ferenc Puskás, que no ano anterior já havia sido o primeiro adversário a vencer a seleção inglesa na Inglaterra (6x3), contava também com o craque Sándor Kocsis, conhecido como o "Cabeça de Ouro".

Autor de quatro gols naquela partida, Kocsis terminaria o Mundial com 11 gols, dos quais sete de cabeça. No entanto, em uma das finais mais emocionantes de todos os tempos, a arrasadora seleção húngara caiu por 3 a 2 diante dos alemães na partida que entrou para a história como o "Milagre de Berna".

 

Fonte:
Fifa

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