Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2014 > 06 > Troféu da Copa do Mundo faz parte da história do esporte

Esporte

Troféu da Copa do Mundo faz parte da história do esporte

Ícone Mundial

Estatueta percorreu diversos países e presenciou acontecimentos históricos ao longo dos anos
por Portal Brasil publicado: 02/06/2014 16h24 última modificação: 30/07/2014 02h28

Tão universal quanto o próprio futebol, o troféu da Copa do Mundo será objeto de cobiça de 32 seleções a partir do dia 12 de junho.  Em sua segunda edição, a estatueta percorreu diversos países e presenciou acontecimentos históricos ao longo dos anos.

A primeira edição do troféu, batizada de Taça Jules Rimet, em homenagem ao fundador da Copa do Mundo, foi produzida pelo escultor francês Abel Lafleur a pedido da Fifa. Fabricado em ouro e com uma base de pedras semipreciosas, o troféu continha uma figura da deusa da vitória segurando uma taça octogonal.

A estatueta teve uma trajetória cheia de acontecimentos. Ela esteve um período escondida em uma caixa sob uma cama durante a Segunda Guerra Mundial e, em 1966, foi roubada enquanto era exibida na Inglaterra. Depois de um tempo, foi recuperada por detetives da polícia britânica, com a ajuda de um pequeno cão, escondida em um jardim. Naquela época, o regulamento estipulava que o primeiro país a vencer a Copa do Mundo três vezes ficaria com a taça para sempre. Tricampeão em 1970, o Brasil levou para casa o caneco, que 13 anos depois foi roubado no Rio de Janeiro — dessa vez, porém, para nunca mais ser encontrado.

No início da década de 1970, a Fifa encomendou um novo troféu para a décima edição do Mundial, a ser realizada em 1974. Cinquenta e três projetos foram enviados por especialistas de sete países, e a entidade acabou escolhendo a obra do artista italiano Silvio Gazzaniga. O troféu autêntico da Copa do Mundo, de ouro 18 quilates, tem 36,8 cm de altura e 6,175 kg de peso. A base contém duas camadas de malaquita semipreciosa, e a parte de baixo apresenta gravados o nome de cada país campeão e o ano de cada título desde 1974.

O atual troféu nunca pertencerá definitivamente a nenhum país, já que os novos regulamentos declaram que ele permanecerá em posse da Fifa. Cada campeão recebe uma réplica que serve de lembrança permanente do grande triunfo. 

Fontes:

Fifa

Portal Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País

Últimas imagens

Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Divulgação/Ministério da Educação
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital