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Brasil leva terceiro lugar no Campeonato Mundial de Balonismo

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Com 60 equipes de 22 países inscritas, Campeonato Mundial de Balonismo fez pilotos do Brasil comemorarem 3º lugar
por Portal Brasil publicado: 29/07/2014 12h41 última modificação: 29/07/2014 12h41

As dezenas de balões que sobrevoaram e coloriram o céu da cidade paulista de Rio Claro nos últimos sete dias fizeram seus voos derradeiros neste domingo (27). Com 60 equipes de 22 países inscritas, o Campeonato Mundial de Balonismo fez pilotos do Japão, Alemanha e Brasil comemorarem os 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente. O último dia de provas aconteceu no sábado e o domingo foi reservado para os voos fiesta (fora da competição) para deixar ao público a lembrança da primeira edição do mundial na América Latina, que atraiu 60 mil pessoas.

“Foi um orgulho para o Brasil realizar uma competição tão bonita e atrativa para Rio Claro, para o esporte mundial e especialmente para a juventude, que aprecia e gosta de praticar esportes de aventura em suas diversas modalidades. Foi também gratificante ver famílias inteiras participando do campeonato. Nosso interesse é que essa prática se amplie no país, e o campeonato Mundial deverá repercutir por muitos anos, a ponto de contribuir com esse crescimento”, diz o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, que participou da cerimônia de abertura e visitou o aeródromo da cidade onde estavam ocorrendo as provas.

O Campeonato Mundial de Balonismo acontece a cada dois anos, em etapa única, desde 1973. A 21ª edição teve um total de 23 provas e nove vôos durante sete dias de disputas. Com mais de mil pontos à frente do segundo colocado, o japonês Yudai Fujita conquistou o título de campeão mundial. O segundo lugar foi do alemão Uwe Schneider e o goiano Lupércio Lima levou o bronze.

“O sucesso do campeonato em Rio Claro deverá ampliar o público deste esporte no Brasil e fazer surgir novos competidores”, avalia Edson Romagnoli, presidente da Confederação Brasileira de Balonismo. O Mundial no território brasileiro recebeu financiamento de R$ 1,5 milhão do Ministério do Esporte, por meio de convênio com a Prefeitura de Rio Claro, que garantiu R$ 31 mil como contrapartida.

Saga, Japão

A edição anterior do Campeonato Brasileiro de Balonismo aconteceu na cidade de Battle Krick, no estado americano de Michigan. A próxima competição será em Saga, no Japão, e o prefeito da cidade japonesa, Toshiyuki Hideshima, anunciou que pretende colher informações em Rio Claro para aproveitar algumas experiências do Brasil na organização do Mundial. Saga é considerada o centro do balonismo na Ásia e já sediou o mundial de balonismo em duas outras oportunidades, em 1989 e 1997.

Classificação final do 21º Campeonato Mundial de Balonismo (da lista inicial de 60 inscritos, dois pilotos não completaram as provas):

1º.       Yudai Fujita (Japão) – 17.443 pontos

2º.       Uwe Schneider (Alemanha) – 16.216

3º.       Lupércio de Lima (Brasil) – 16.064

4º.       Stefan Zeberli (Suíça) – 15.867

5º.       Rimas Kostiuskevicius (Lituânia) – 15.173

6º.       Gerald Stuerzlinger (Austrália) – 15.130

7º.       Artem Denisenko (Rússia) – 15.096

8º.       Joe Heartsill (Estados Unidos) – 15.092

9º.       Rokas Kostiuskevicius (Lituânia) – 15.002

10º.     Rhett Heartsill (Estados Unidos) – 14.717

11º.     Marc Blaser (Suíça) – 14.587

12º.     Andy Baird (Estados Unidos) – 14.584

13º.     Paul Petrehn (Estados Unidos) – 14.548

14º.     Sergey Latypov (Rússia) – 14.508

15º.     Nico Betzen (Luxemburgo) – 14.066

16º.     Tod Isley (Estados Unidos) – 13.993

17º.     Fábio Passos (Brasil) – 13.845

18º.     Nicolas Schwartz (França) – 13.578

19º.     Alexander Dultsev (Rússia) – 13.439

20º.     Jose-Maria Llado (Espanha) – 13.432

21º.     Xiang Liu (China) – 13.314

22º.     Johnny Petrehn (Estados Unidos) – 13.272

23º.     Luis Silvestre (Brasil) – 13.080

24º.     Tetsuhiro Sue (Japão) – 12.831

25º.     David Hochreutener (Suíça) – 12.692

26º.     Harold Cliver (Estados Unidos) – 12.435

27º.    Werner Schrank (Austrália) – 12.305

28º.    Henk Broeders (Holanda) – 12.223

29º.     David Strasmmann (Alemanha) – 12.164

30º.     Markus Kalousdian (Brasil) – 12.118

31º.     Satoshi Ueda (Japão) – 11.989

32º.     Brandon Heavin (Estados Unidos) – 11.873

33º.     Roman Hugi (Suíça) – 11.771

34º.     Rubens Kalousdian (Brasil) – 11.718

35º.     Thomas Siebel (Alemanha) – 11.676

36º.     Yoshimi Kodama (Japão) – 11.613

37º.     Andreas Simoner (Austrália) – 11.327

38º.    Bazyli Dawidziuk (Polônia) – 11.088

39º.    Andrew Holly (Inglaterra) – 11.056

40º.     Bartosz Nowakowski (Polônia) – 10.786

41º.     Amarildo Tozzi (Brasil) – 10.718

42º.     Jean-Philippe Odouard (França) – 10.579

43º.     Andrey Kulkov (Rússia) – 10.571

44º.     Mark Sullivan (Estados Unidos) – 10.186

45º.     Gary Heavin (Estados Unidos) – 10.075

46º.     Andrew Petrhen (Estados Unidos) – 9.758

47º.     Yongjun Li (China) – 9.668

48º.     Michael Suchy (República Tcheca) – 9.531

49º.     Marcos da Silva (Brasil) – 9.263

50º.     Tomasz Filus (Polônia) – 9.131

51º.     David Linek (República Tcheca) – 9.114

52º.     Jason Adams (Canadá) – 8.375

53º.     Nobuaki Tsujii (Japão) – 8.277

54º.     Ralph Fasler (Suíça) – 7.877

55º.     Odin Aragon (México) – 7.052

56º.     David Maggregor (Rússia) – 6.568

57º.     Guido Montemurro (Itália) – 5.225

58º.     Javier Barozza (Argentina) – 3.970 pontos

Fonte:

Ministério do Esporte

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Assunto(s): Esporte

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