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Seleção Brasileira de tiro com arco tem novo técnico

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Italiano Renzo Ruele comandou a equipe em 2008 para os Jogos de Pequim
por Portal Brasil publicado: 23/07/2014 14h38 última modificação: 23/07/2014 14h38

O novo técnico da Seleção Brasileira de tiro com arco é o italiano Renzo Ruele, que já treinou a equipe em 2008 e reassumiu a função neste mês de julho. Na época, o treinador conseguiu levar o tiro com arco brasileiro novamente para uma edição dos Jogos Olímpicos.

Ele atua na função desde 1981 e já passou pela categoria juvenil da seletiva italiana, na qual obteve resultados expressivos. Também possui 15 títulos mundiais, 21 campeonatos europeus e 201 italianos. Os atletas treinados por ele conquistaram 12 recordes mundiais.

A nova fase do tiro com arco brasileiro é vista com muito bons olhos por Renzo. “O nível dos atletas subiu muito. Agradeço aos treinadores que passaram por aqui, Richard Priestman e o senhor Lim, que construíram uma base técnica muito boa, que eu não havia conseguido em minha passagem anterior. Meus objetivos agora são um pouco diferentes daqueles que eu tinha quando passei pela primeira vez por aqui”, disse, confiante.

Para esses primeiros três meses, os objetivos de Renzo são profissionalizar ainda mais o grupo e criar um clima de equipe, permitindo que o Brasil siga mais forte e vencedor. “Os arqueiros brasileiros são ótimos de trabalhar. Não existe ninguém perfeito, mas quem estiver disposto a trabalhar duro e cooperar alcançará os objetivos”, afirmou Renzo, que passou a semana de 14 a 18 de julho no Centro de Treinamento em Maricá, onde pôde observar os novos talentos da modalidade.

Durante sua estadia em Maricá, Renzo elogiou o trabalho da técnica Dirma Miranda, responsável pelo projeto que treina, no contra turno escolar, crianças de escolas públicas da cidade. Marcus Vinícius, Ane Marcelle, Monique Evellin e Francisco Barbosa foram descobertos por ela nesse projeto. “O trabalho da Dirma é muito especial, ela tem uma técnica específica com as crianças”. Porém, Renzo ainda quer circular pelas federações para conhecer outros talentos. “Vontade é mais importante que chance. Quero procurar crianças que tenham vontade de fazer, depois vou analisar se têm características específicas”, completou.

Fonte:
Brasil 2016

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