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Copa do Mundo de basquete classificará campeão para Jogos Rio 2016

Destino Rio 2016

Principal competição da modalidade na temporada reunirá grandes estrelas do esporte na Espanha até 14 de setembro
por Portal Brasil publicado: 30/08/2014 08h00 última modificação: 30/08/2014 10h59
Divulgação/Comitê Rio 2016 Atual campeão da NBA pelo San Antonrio Spurs, Tiago Splitter é uma das forças do Brasil

Atual campeão da NBA pelo San Antonrio Spurs, Tiago Splitter é uma das forças do Brasil

As 24 melhores seleções masculinas de basquete do planeta entrarão em quadra na Espanha, a partir deste sábado (30), para o mais importante torneio da temporada internacional: a Copa do Mundo. Marcada para o dia 14 de setembro, a final da competição representará para o vencedor, além do título mundial, a primeira vaga da modalidade nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

O Brasil faz a sua estreia neste sábado, às 13h (de Brasília), contra a França e  comemora o fato de ter todos seus principais jogadores à disposição do técnico Ruben Magnano, incluindo os três pivôs que atuam na NBA: Tiago Splitter, Anderson Varejão e Nenê. Décimo colocado no ranking mundial, o País pode receber um convite da Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) para disputar os Jogos Rio 2016 (a entidade de basquete não garante ao país-sede a vaga automática), mas tem como intenção garantir sua vaga em um dos três torneios classificatórios: a Copa do Mundo, o Pré-Olímpico das Américas, em 2015, ou o Pré-Olímpico Mundial, em 2016.

“A Copa do Mundo será uma competição muito importante para a nossa preparação, junto com o Pré-Olímpico das Américas e os Jogos Pan-Americanos de 2015. É um torneio fortíssimo, com as melhores seleções do mundo e nosso objetivo é fazer um bom papel. Pela primeira vez nos últimos anos poderemos contar com o grupo de jogadores completo e fizemos uma grande preparação”, elogia Splitter, primeiro brasileiro campeão da NBA, na temporada passada, com o San Antonio Spurs.

Donos de 14 ouros olímpicos, incluindo os das duas últimas edições, e de quatro títulos mundiais, contando o do último torneio, em 2010, os Estados Unidos aparecem como principais favoritos à conquista da vaga para os Jogos Rio 2016, apesar de não contarem com suas principais estrelas como os alas Lebron James e Kevin Durant e o ala-armador Kobe Bryant.

“Temos alguns dos maiores pontuadores do mundo na equipe, mas nossa defesa está fantástica. É muito bom ver jogadores tão talentosos se dedicando tanto para o sucesso do time”, comenta James Harden, que é jogador do Houston Rockets, da NBA (a liga norte-americana), e uma das estrelas da equipe ao lado do armador Derrick Rose e do pivô Anthony Davis.

Em casa, a Espanha, que conta com seis jogadores da NBA em seu elenco, incluindo o pivô Marc Gasol, os alas-pivô Pau Gasol e Serge Ibaka e os armadores Ricky Rubio e José Calderón, aposta no apoio da torcida para conquistar a vaga. Vice-líder do ranking e campeã mundial em 2006, a equipe europeia terá a força da geração liderada por Pau Gasol, de 34 anos, para recuperar o título mundial diante de seus torcedores.

“Vai ser uma competição extraordinária para o nosso país porque todos os espanhóis amam o basquete e apoiarão nossa equipe independentemente do que aconteça. Vamos dar o nosso máximo para que todos sintam orgulho da seleção. Nossa meta é vencer a final, independentemente do adversário”, garante Pau Gasol, gigante de 2,15m, que defende o Chicago Bulls, nos Estados Unidos.

Campeã olímpica em Atenas 2004, a Argentina é a terceira colocada no ranking mundial. Apesar de manter parte do grupo que conquistou o ouro há uma década, a seleção comandada pelo técnico Julio Llamas terá que superar a ausência de dois de seus principais jogadores, o ala-armador Manu Ginóbilli e o ala Carlos Delfino, cortados por lesão pouco antes da competição.

“Ginobilli e Delfino são insubstituíveis para nós. São perdas muito grandes para a nossa equipe, mas temos que pensar em fazer o nosso melhor sem eles. Os mais experientes irão tentar ajudar os jovens que vão entrar em seus lugares para que possamos encontrar um novo sistema de jogo e fazer um bom papel na Copa do Mundo”, lamenta o ala Andrés Nocioni, que é jogador do Real Madrid, da Espanha, e forma a espinha dorsal da equipe com o ala-pivô Luis Scola e o armador Pablo Prigioni.

Principal potência da Oceania, a Austrália, atual bicampeã continental, também sonha com uma boa participação na Copa do Mundo. Sem poder contar com dois de seus principais jogadores, o pivô Andrew Bogut e o armador Paty Mills, machucados, os “Boomers”, que ocupam o nono lugar no ranking mundial, apostam no equilíbrio da equipe para avançar na competição.

“Nossa equipe tem um bom equilíbrio de qualidade dentro e fora do garrafão. Temos muita energia, vamos jogar com força e nossa expectativa é chegar longe na Copa do Mundo”, afirma o armador Matthew Dellavedova, do Cleveland Cavaliers, da NBA, um dos destaque da equipe ao lado do também armador Dante Exum e do pivô Aron Baynes.

As 24 seleções que disputam a Copa do Mundo foram divididas em quatro chaves. No Grupo A, estão Brasil, Egito, Espanha, França, Irã e Sérvia. O B é formado por Argentina, Croácia, Filipinas, Grécia, Porto Rico e Senegal. Na chave C, estão Estados Unidos, Finlândia, Nova Zelândia, República Dominicana, Turquia e Ucrânia. Formam o Grupo D Angola, Austrália, Coreia do Sul, Eslovênia, Lituânia e México.

Doze seleções disputarão o torneio de basquetebol dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Além da Copa do Mundo, a classificação acontecerá por meio de cinco Pré-Olímpicos continentais que serão realizados em 2015 e de um Pré-olímpico mundial, agendado para 2016.

Fonte:
Comitê Rio 2016

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