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Esporte

Nova geração da vela realiza sonho olímpico

Jogos da Juventude

Provas são disputadas em classes de transição, que não fazem parte do programa olímpico, como Byte CII e Windsurf/Techno 293
por Portal Brasil publicado: 18/08/2014 15h34 última modificação: 18/08/2014 15h34
Divulgação/Brasil 2016 Velejador Pedro Correa disse estar impressionado com o tamanho da estrutura montada para os Jogos

Velejador Pedro Correa disse estar impressionado com o tamanho da estrutura montada para os Jogos

Os Jogos Olímpicos da Nanquim, na China, contam com algumas provas características de jovens atletas. Conhecidas como modalidades de transição, elas estão de fora do programa olímpico tradicional. Na vela, por exemplo, as duas classes em disputas são voltadas para os jovens velejadores: Byte CII e Windsurf/Techno 293.

O velejador Pedro Luiz Correa, de 16 anos, encara, a partir desta segunda-feira (18), as provas do Byte CII. As regatas em Nanquim serão as últimas do velejador na classe. Depois dos Jogos Olímpicos da Juventude, o brasileiro migrará para a classe 420, uma transição com o objetivo de chegar à classe olímpica 470.

Pedro Correa lidera a competição nos Jogos Olímpicos da Juventude com cinco pontos perdidos. O brasileiro venceu a primeira regata do dia. Em seguida, o velejador garantiu o quarto lugar geral. Mesmo com pouca idade, Correa conta com seis anos de experiência no esporte. Começou, como todos os velejadores, pela classe optminist e passou pela laser 4.7 antes de chegar à classe que disputa nos Jogos de Nanquim.

“Conheço a maioria dos meus adversários. Já competi contra eles em outras grandes competições, como no Mundial da modalidade ou nos Jogos Sul-Americanos. Aqui, o meu objetivo é chegar à regata da medalha, onde ficam só os dez melhores velejadores”, conta.

A prova de vela está sendo disputada no Lago Jinniu, que fica a cerca de 1h30 de Nanquim. “Treinei algumas vezes no local da competição e percebi que o vento muda a toda hora. Competir em uma represa faz diferença”, conta o atleta.

Segundo Pedro Correa, o clima entre os atletas está descontraído, deixando de lado a competitividade e a pressão de disputar uma Olimpíada. “Está tudo legal e perfeito. Estou me sentindo realmente em uma Olimpíada na Vila, nas atividades culturais e na relação com os outros adversários. Antes de chegar aqui eu imaginava que seria algo menor. Estou impressionado com a grandiosidade da competição”, revela.

A vela é um dos esportes olímpicos mais tradicionais do Brasil. Além de Pedro Correa, a delegação brasileira conta com Natascha dos Santos Böddener, na classe Byte CII, e com Daniel Pereira, no Windsurf Techno 293.

Fonte:
Brasil 2016

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