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Esporte

Nove países garantem vaga no judô dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Campeonato

Argélia, Azerbaijão, China, Estados Unidos, Hungria, México, Rússia, Ucrânia e Uzbequistão asseguraram classificação durante Mundial
por Portal Brasil publicado: 08/09/2014 12h06 última modificação: 08/09/2014 12h07

Nove países garantiram as primeiras vagas do judô nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Argélia, Azerbaijão, China, Estados Unidos, Hungria, México, Rússia, Ucrânia e Uzbequistão obtiveram classificação no Campeonato Mundial do esporte, que foi realizado no Centro Olímpico de Treinamento dos Estados Unidos, na cidade de Colorado Springs. Ao todo, 234 atletas de 36 países participaram da competição e apenas os campeões de cada categoria garantiram vagas para seus países.

As vagas são destinadas aos Comitês Paralímpicos Nacionais dos atletas que venceram as disputas em cada uma das categorias em Colorado Springs. Serão os Comitês Paralímpicos Nacionais que decidirão quais atletas representarão seus países nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

No feminino, as seis vagas em jogo foram conquistadas por Ucrânia, com Nataliya Nikolayczyk (até 52kg), Inna Cherniak (até 57kg) e Iryna Husieva (até 63kg), China, com Liquing Li (até 48kg) e Yanping Yuan (acima de 70kg), e Hungria, com Nikolett Szabo (até 70kg).

Entre os homens, os países classificados foram Azerbaijão, com Bayram Mustafayev (até 66kg) e Ramil Gasimov (até 73kg), Argélia, com Noura Mouloud (até 60kg), México, com Eduardo Sanchez (até 81kg), Estados Unidos, com Dartanyon Crockett (até 90kg), Rússia, com Abdula Kuramagomedov (até 100kg) e Uzbequistão, com Adilijan Tulenbaev (acima de 100kg).

O torneio de judô dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 contará com a participação de 12 atletas em cada categoria masculina e oito competidoras em cada categoria feminina, totalizando 132 participantes com deficiência visual. País-sede, o Brasil tem direito a uma vaga em cada categoria. As vagas restantes serão definidas por meio do ranking mundial e de convites realizados pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e pela Federação Internacional de Esportes para Deficientes Visuais (IBSA).

Fonte:
Brasil 2016

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