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Para Terezinha Guilhermina, “voluntários merecem aplausos”

Rio 2016

Dona de três ouros paraolímpicos, atleta cega mais rápida do mundo destaca papel dos voluntários na organização dos Jogos
por Portal Brasil publicado: 15/09/2014 17h19 última modificação: 15/09/2014 17h19
Divulgação/Rio 2016 Velocista Terezinha Guilhermina durante gravação da campanha do Programa de Voluntários Rio 2016

Velocista Terezinha Guilhermina durante gravação da campanha do Programa de Voluntários Rio 2016

Dona de três medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos, a velocista brasileira Terezinha Guilhermina sabe exatamente o que é necessário para a realização do terceiro maior evento esportivo do mundo.

Além do brilho dos atletas, que levam a imagem do esporte de alto rendimento para todo o mundo, também é indispensável o trabalho de bastidores realizado pelos voluntários, que preparam o cenário para que os protagonistas possam desempenhar seu melhor.

Nos Jogos Rio 2016, 70 mil pessoas terão a oportunidade de participar do evento como voluntários. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 15 de novembro na seção de voluntários do site. Para participar, basta ter 18 anos completos em fevereiro de 2016 e disponibilidade para atuação no período dos Jogos.

“Os voluntários são cruciais para os Jogos e trabalham mesmo para que eles aconteçam. Os atletas estão lá para fazer o espetáculo, mas tem também os bastidores, e sem os voluntários nada disso aconteceria. Sempre tem gente trabalhando com muito boa vontade e ajudando de todas as formas: para ir ao banheiro, pegar água, arrumar os quartos, pegar o material de competição... E eles são muito rápidos e eficientes. Os voluntários merecem meus aplausos”, diz a mineira de Betim, que participou da gravação da campanha de voluntários dos Jogos Rio 2016, cujo lema é “Seja o herói dos seus heróis.”

“Ser herói é ser algo que possa ser admirado, que as pessoas queiram imitar. É proporcionar que as coisas aconteçam da melhor maneira possível”, descreve.

“A gente treina durante quatro anos para estar ali vivendo aquele momento, que em alguns casos é de apenas 10 ou 15 segundos, então precisamos mesmo de quem nos ajude, de pessoas que façam tudo com amor!”, explica Terezinha, que conquistou o ouro nos 100m e nos 200m em Londres 2012 e nos 200m em Pequim 2008.

Fonte:
Comitê Rio 2016

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