Esporte
Catarinenses terão oportunidade nos Estados Unidos
Jogos Escolares
Paulo Morastoni é uma das estrelas da equipe de basquete masculino do time catarinense nos Jogos Escolares da Juventude 2014, etapa de 15 a 17 anos. O estudante de Blumenau já tem um destino quando terminar o ensino médio: vai fazer universidade nos Estados Unidos e jogar basquete na “terra do tio Sam”.
Junto com ele, vai o seu colega de time Vinício Hadlich, mas para jogar tênis. Mesmo com a qualidade dos jogadores, o time da região Sul não conseguiu vencer os cariocas do SMCE Madureira, na tarde de quarta-feira (12).
Os atletas do Rio de janeiro (RJ) venceram a partida válida pela Primeira Divisão por 53 a 46, e seguem invictos na competição.
Aos 17 anos, no auge de seus 1,87m, Paulo conta com experiência internacional no currículo. Isso porque ele morou um ano nos Estados Unidos e conciliou os estudos do ensino médio com o basquete. “Joguei um campeonato inteiro lá, inclusive viajando pelo país para jogar. Eu acho bacana participar de uma competição nos Estados Unidos e uma no Brasil para comparar como se joga basquete aqui e lá. É uma troca de experiência muito boa com jogadores brasileiros e americanos”, destacou o atleta dos Jogos Escolares da Juventude.
No período em que morou em terras norte-americanas, o jovem fez contatos que facilitaram a migração dele para cursar o ensino superior. “O basquete me deu a oportunidade de morar fora e ter uma formação em uma das melhores universidades do mundo. É um desenvolvimento pessoal, que está me levando às conquistas da vida. Se eu não conseguir me manter como profissional, sempre vou ter certeza do quanto o esporte foi importante para a minha vida”, disse Paulo.
Vivenciando os últimos momentos de ensino médio, Paulo ainda não sabe em qual universidade vai estudar a partir do segundo semestre de 2015. Uma das certezas é que o curso será relacionado à área da administração. “Estou entre business e management. Eu provavelmente vou ficar quatro anos nos Estados Unidos. A volta para o Brasil é incerta. Tudo vai depender da minha situação no basquete”, revelou o atleta.
Paulo e Vinício têm uma amizade consolidada. Fera nas quadras desde os 11 anos, o camisa 9, Paulo, conseguiu influenciar o tenista profissional, Vinício, camisa 7 do time de Santa Catarina, a jogar basquete. “Tudo começou com brincadeiras na casa de alguns amigos. Não treino há muito tempo com o time, me dedico mais ao tênis. Entro, em agosto de 2015, para o tênis universitário dos Estados Unidos. Ainda não tenho a universidade definida, mas está certo que irei”, afirmou Vinício.
A modalidade individual está enraizada na família Hadlich. O jovem de Santa Catarina, de 17 anos, já coleciona títulos. Ele é tetracampeão brasileiro e está na segunda posição do ranking catarinense de tênis. “Meu avô implantou o tênis na minha cidade (Indaial). No início, para mim, era apenas uma brincadeira, quando eu tinha 5 anos. Além de basquete e tênis, também já joguei handebol e futebol americano, mas é no tênis que eu me realizo”, concluiu.
Fonte:
Comitê Olímpico Brasileiro
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