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Esporte

Paralimpíadas Escolares atraem técnicos de seleções principais em São Paulo

Nova geração

Jovens promessas estão sendo observadas de perto por Ciro Winckler, técnico do atletismo, e Jonatas Castro, auxiliar no goalball
por Portal Brasil publicado: 27/11/2014 18h26 última modificação: 27/11/2014 18h26

Sob o olhar atento de técnicos das seleções brasileiras, as Paralimpíadas Escolares começaram na última segunda-feira (24), em São Paulo, e prometem revelar novos nomes para o esporte brasileiro.

Na quarta-feira (26) foram disputadas as primeiras provas de atletismo, que contaram com a presença do técnico Ciro Winckler, técnico da Seleção Brasileira principal.

Nas pistas, duas jovens atletas brilharam. Thalita Simplício, do Rio Grande do Norte, e Gabriela Mendonça, do Mato Grosso do Sul. As duas venceram suas provas com tranquilidade e conquistaram a medalha de ouro no primeiro dia de provas. As Paraolimpíadas Escolares seguem até esta quinta-feira (27).

Thalita é atleta da classe T11 (cego total) e venceu os 100 m com o tempo de 13s08. Aos 17 anos, a atleta potiguar espera seguir fazendo parte da seleção de jovens em 2015. “Ano que vem quero estar bem rápida para me manter na seleção. O segredo para conseguir é treino”, afirmou Thalita.

Já Gabriela, de 16 anos, completou os 100 m da classe T13 (baixa visão) em 12s99, apenas 11 décimos acima de sua melhor marca na carreira. Apesar da pouca idade, a atleta já traça metas ousadas para 2015. “Cheguei aqui esperando correr acima dos 13 segundos e me surpreendi. Já estou me preparando para o próximo ano, que será bem agitado e preciso estar muito rápida para tentar uma vaga no Parapan de Toronto e no Mundial de Doha. Será um ano decisivo para mim”, avaliou.

Goalball
Além do atletismo, os atletas do goalball também estão sendo observados nas Paralimpíadas Escolares. O auxiliar técnico da Seleção Brasileira feminina, Jonatas Castro, está acompanhando de perto da competição e já lista dois nomes que podem brilhar no futuro: Deborah Prado, de Minas Gerais, e Larissa da Silva, do Rio de Janeiro, ambas de 17 anos.

“Nas Paralimpíadas Escolares, todos têm a mesma idade, e é mais fácil observar atletas que possuem uma qualidade técnica e que tenham liderança dentro da quadra. São nomes de quem eu aposto para o futuro”, elogiou o treinador, citando Deborah e Larissa.

“Eu sou nova e a atual seleção está muito forte, mas não custa sonhar. Para estar lá, estou me dedicando muito, mas se não der, com certeza irei para Tóquio-2020”, projetou Larissa. Este ano, a Seleção Brasileira de goalball ainda realiza uma semana de treinamento, entre 7 e 15 de dezembro, em Niterói (RJ). Como não há mais competições, é possível que sejam convidadas atletas mais jovens, como as revelações Deborah e Larissa.

Fonte:
Brasil 2016

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