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Training Camp de Saltos Ornamentais é aberto oficialmente

Estrutura esportiva

Abertura, nesta segunda (19), contou com a presença do ministro de Esporte, George Hilton. Espaço oferece equipamentos de ponta
por Portal Brasil publicado: 19/01/2015 15h53 última modificação: 19/01/2015 15h53
Divulgação/Brasil 2016 Período de treinos para 24 atletas da seleção ocorre no Centro de Excelência da UnB

Período de treinos para 24 atletas da seleção ocorre no Centro de Excelência da UnB

Nesta semana, o Centro de Excelência em Saltos Ornamentais da Universidade de Brasília (UnB) também será a casa da Seleção Brasileira em Saltos Ornamentais. 

A rotina de quem treina ali envolve 30 crianças da base e quatro atletas do Alto Rendimento, incluindo Hugo Parisi, que já participou de três edições de Jogos Olímpicos.

A abertura oficial do 2º Training Camp foi realizada nesta segunda-feira (19), com a presença do ministro do Esporte, George Hilton, do secretário nacional de Alto Rendimento da pasta, Ricardo Leyser, do reitor da UnB, Ivan Camargo, e da secretária de Esporte e Lazer do Distrito Federal, a ex-jogadora de vôlei Leila Barros.

“O projeto do Ministério do Esporte passa pelo esporte educativo, pelas parcerias com universidades como a UnB, para que não só o Alto Rendimento tenha excelência, mas para que em todos os cantos do país haja crianças na prática esportiva”, disse o ministro George Hilton.

“A partir do momento em que o Brasil ganhou o direito de sediar os Jogos Olímpicos, em outubro de 2009, o Esporte conseguiu a atenção que tanto reivindicou, transformando o Alto Rendimento, criando a Rede Nacional de Treinamento, mas também apoiando a base. Aqui treinam atletas que vão nos representar não só em 2016, mas em 2020, 2024 e talvez até 2028”, acrescentou Ricardo Leyser.

Apresentação

Após a cerimônia de abertura, os atletas – tanto da base quanto da Seleção – fizeram uma apresentação de saltos individuais e sincronizados. Durante a semana, eles farão exames físicos, testes psicológicos, preparação física, treinamentos estratégicos e terão atividades livres com seus treinadores.

“São 16 atletas da seleção principal e trouxemos mais oito atletas da seleção juvenil, além de oito técnicos, psicólogo, fisioterapeuta, massagista, uma equipe completa. E a estrutura daqui é a mesma que tem na China, na Rússia, no México, as grandes potências”, disse o coordenador técnico da Seleção Brasileira e coordenador do Centro de Excelência, Ricardo Moreira.

Integração

Para Hugo Parisi, o mais importante do período de treinamento é o fortalecimento do sentimento de coletividade. “O principal objetivo é a troca de informações e criar o que, na minha opinião, ainda falta um pouco, que é o espírito de equipe”, disse.

“É um evento essencial para integração dos melhores atletas com os técnicos, aproveitando uma estrutura que nem todo mundo tem no dia a dia. Esse tipo de treinamento tem que ser periódico”, reforçou Giovani Casilo, integrante da Comissão de Treinadores da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e um pioneiros da modalidade no país.

O Brasil já tem vaga garantida na disputa de saltos sincronizados nos Jogos Olímpicos Rio 2016, mas é necessário garantir lugar nas disputas individuais.

Duas competições de 2015 dão essa chance aos atletas: o Mundial de Desportos Aquáticos de Kazan (Rússia), em julho, quando os 12 finalistas garantirão vaga nas Olimpíadas, e os Jogos Pan-Americanos de Toronto (Canadá), em agosto, que carimba o passaporte para 2016 do vencedor de cada prova olímpica.

Estrutura

O Centro de Excelência em Saltos Ornamentais é o primeiro da modalidade no Brasil e foi inaugurado em março de 2014. É resultado de uma parceria entre a UnB e o Ministério do Esporte, que investiu R$ 800 mil na estrutura do espaço, compra de equipamentos e contratação de profissionais.

Na piscina, há três plataformas (5m, 7,5m e 10m), seis trampolins (dois de 3m e quatro de 1m), cintos de segurança e ainda será instalada uma máquina de bolhas, que amortece a queda dos atletas na água. Mas o principal da estrutura são os equipamentos para treinos fora da água: há um ginásio com trampolins, piscina de espuma, camas elásticas, cintos de segurança e sistema de vídeo.

“Eu vim aqui em agosto e a gente sofreu com a temperatura da água, porque era inverno, mas eles falaram dos projetos que tinham. E eu não imaginava chegar aqui em janeiro e estar tudo pronto, com a piscina aquecida, trampolins extras, a plataforma de 7,5 metros”, disse Juliana Veloso, atleta com quatro participações olímpicas.

Bolsa Atleta

Em 2014, as cinco modalidades dos esportes aquáticos olímpicos e paraolímpicos (natação, saltos ornamentais, polo aquático, nado sincronizado e maratonas aquáticas) tiveram 885 beneficiados com o Bolsa Atleta. Desse total, os Saltos Ornamentais tiveram 31 atletas com bolsa, sendo três na categoria Olímpica, seis na Internacional e 22 na categoria Nacional. Ao todo, o governo federal investiu R$ 10,6 milhões nessas bolsas no período de um ano.

Além dessas, outros 34 atletas olímpicos e paraolímpicos dos esportes aquáticos têm a Bolsa Pódio (10 da natação olímpica, 19 da paraolímpica e cinco das maratonas aquáticas), que totalizam investimento de R$ 4,9 milhões em um ano.

Rede Nacional

O Centro de Excelência em Saltos Ornamentais da UnB integra a Rede Nacional de Treinamento – um dos principais projetos de legado dos Jogos 2016.

A Rede foi criada pela Lei Federal 12.395, de março de 2011, e possibilita o investimento em instalações, equipamentos e tecnologias para detecção de talentos, formação de base e treinamento de atletas e equipes, com foco em modalidades olímpicas e paraolímpicas.

O objetivo é interligar as instalações já existentes ou em construção e criar condições para a formação de uma infraestrutura esportiva de qualidade para o país.

Fonte:
Brasil 2016 

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