Esporte
Rio 2016 contará com 6,7 mil trabalhadores temporários
Olimpíadas
A contratação de 6,7 mil trabalhadores temporários para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, deve ocorrer entre agosto e setembro deste ano, informou, na segunda-feira (2), o presidente da Manpower Group, Ricardo Barberis.
Segundo o presidente da empresa encarregada pela seleção, inicialmente, será dada prioridade para o mercado local e em seguida para o restante do País.
A avaliação das competências dos candidatos será realizada pela internet para tornar o processo de seleção o mais eficiente possível. Muitos dos contratados exercerão posições de liderança nas equipes de voluntários que trabalharão nas Olimpíadas.
Entre as profissões desejadas estão gerentes, coordenadores, especialistas, analistas, assistentes e pessoal operacional, que atuarão nas instalações onde ocorrerão as disputas olímpicas e paralímpicas.
O plano de mídia e de comunicação digital para a contratação dos trabalhadores temporários das Olimpíadas será lançado nas mídias sociais e nos veículos de imprensa até o início de março próximo, de acordo com Riccardo Barberis.
A empresa assinou, no final do ano passado, convênio com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 para ser o fornecedor oficial de serviços de recrutamento de temporários para os jogos.
Barberis ressaltou que poderão concorrer às vagas também estrangeiros que tenham participado de jogos anteriores em outros países. “Sabemos que há pessoas interessadas e que não existe fronteira para esse tipo de projeto”, disse.
O conhecimento do idioma inglês será um diferencial e “outro elemento de escolha para esse evento global”, informa o executivo. Os colaboradores selecionados passarão por treinamento para as funções que vão exercer.
De acordo com o compromisso assumido com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, os responsáveis pela contratação da mão-de-obra temporária trabalharão para facilitar a recolocação dos quase 6,7 mil contratados nessa condição no mercado de trabalho.
“Quando os jogos terminarem, nós vamos fazer 'workshop' (oficina) de orientação ao trabalho, para ajudar essa turma a entrar no mercado de trabalho e analisar as oportunidades que o mercado oferece naquele momento, ampliando as chances deles de recolocação”, garantiu Riccardo Barberis.
O presidente disse ainda que a intenção é continuar mantendo um legado forte com a cidade e a comunidade carioca após as Olimpíadas.
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