Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2015 > 03 > Brasil investe na estruturação de esportes aquáticos

Esporte

Brasil investe na estruturação de esportes aquáticos

Recursos

Para ampliar o desenvolvimento da modalidade a CBDA adquiriu equipamentos voltados exclusivos para a prática, aprimoramento e ampliação das maratonas
por Portal Brasil publicado: 31/03/2015 19h14 última modificação: 31/03/2015 19h14
Divulgação/Satiro Sodré/CBDA Com os resultados internacionais, modalidade ganhou visibilidade e praticantes em todo o País

Com os resultados internacionais, modalidade ganhou visibilidade e praticantes em todo o País

O Brasil é uma potência mundial quando o assunto é nadar em águas abertas, como no mar, rio, lago ou represa. Em 2014, os atletas brasileiros foram soberanos nas principais provas internacionais da temporada: Ana Marcela e Alan do Carmo conquistaram os títulos da Copa do Mundo das maratonas aquáticas. Além dos dois maratonistas, o País conta ainda com Poliana Okimoto, campeã Mundial de 2013.

Com os resultados internacionais, o esporte ganhou visibilidade e praticantes em todo o Brasil. Para ampliar o desenvolvimento do esporte, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) adquiriu equipamentos voltados exclusivos para a prática, aprimoramento e ampliação das maratonas aquáticas e preparação dos maratonistas brasileiros.

Os recursos para a compra dos equipamentos saíram por meio de convênio firmado com o Ministério do Esporte.

Nas maratonas aquáticas os atletas enfrentam 10km de braçadas e pernadas, chegando a três horas dentro d'água sem parar. Para massificar o esporte são necessários mais do que uma touca, óculos ou roupa de banho. Foram adquiridos rádios, pórtico de chegada inflável, termômetro digital, GSP, infravermelho, bóia náutica, bote inflável, entre outros equipamentos.

“A ideia é desenvolver localmente a modalidade. Não só para aparecer novos atletas, mas também para ensinar as pessoas a nadar. Equipar as federações para que possam começar a implantar os projetos locais”, revelou a supervisora-técnica de maratonas aquáticas da CBDA, Christiane Fanzeres.

Os primeiros kits completos de equipamentos foram para as federações da Bahia e Santa Catarina, que contam com trabalho e tradição nas maratonas aquáticas.

No Brasil, são cerca de 2,7mil atletas federados que praticam a modalidade. Assim, 24 Estados receberam os kits básicos de equipamentos para desenvolver inicialmente o esporte.

Em 2009, durante um Congresso que reuniu presidente de todas as federações estaduais, foi feita uma consulta com os representantes e diagnosticamos que o grande empecilho para o desenvolvimento das maratonas aquáticas era a falta de equipamentos e capacidade técnica. Os primeiros kits foram destinados para seis federações. Em outra oportunidade, nós cobrimos quase todo o País. Então, os poucos Estados que ficaram sem os equipamentos foi pela falta de histórico de utilização", explicou Christiane Fanzeres. 

“Com a estrutura inicial, com bóias náuticas, pórtico de chegada inflável e rádios, as federações podem promover, por exemplo, competições estaduais menores. Assim, podem ser desenvolvidos projetos específicos e democratizando mais o esporte”, concluiu a supervisora-técnica.

Curiosidades

Prática milenar
Embora a maratona aquática seja uma disputa nova em Olimpíadas, tendo sido disputada pela primeira vez nos Jogos de Pequim, em 2008, evidências apontam que disputas de natação em águas abertas já eram disputadas há cerca de 2 mil anos.

A correnteza ajudou
Nas Olimpíadas de Paris, em 1900, as provas de natação ocorreram no Rio Sena e os nadadores deram suas braçadas com a correnteza atuando a favor. Assim, os tempos foram baixos, tanto que, o vencedor em 1900, o australiano Frederick Lane, faturou a prova dos 200m livre com o tempo de 2min25s02, enquanto o vencedor da mesma prova nos Jogos de 1904, em St. Louis, percorreu a mesma distância em 2min44s02.

Fonte:
Brasil 2016

Ministério do Esporte

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País

Últimas imagens

Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Divulgação/Ministério da Educação
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital