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Meta do basquete brasileiro em 2016 é o pódio Olímpico

Projetos

Confederação Brasileira de Basketball busca parceira do Ministério do Esporte para mais estrutura e recursos financeiros
por Portal Brasil publicado: 11/03/2015 11h18 última modificação: 11/03/2015 11h18
Divulgação/ Para almejar medalhas no Rio,CBB conta com apoio do Ministério do Esporte, por meio de convênios

Para almejar medalhas no Rio,CBB conta com apoio do Ministério do Esporte, por meio de convênios

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) traçou uma meta ousada, nas palavras do presidente Carlos Nunes, para as Olimpíadas de 2016: o pódio na disputa tanto no masculino quanto no feminino.

Em encontro, nesta terça-feira (10), com o ministro do Esporte, George Hilton, o dirigente tratou de projetos para a modalidade.

“A gente já tem um patrocínio privado e precisamos de uma segunda parceria, até porque o nosso projeto é ousado, queremos o pódio no masculino e no feminino”, projetou Nunes, para detalhar o planejamento das seleções nacionais.

“O que nos falta são mais jogos internacionais. Temos já programados para este ano o Super Four masculino e feminino. Estarão os dois países que já organizam o torneio, Brasil e Argentina, e sempre convidamos países de ponta.O masculino está praticamente acertado que será em Brasília”, disse o presidente.

A estrutura do basquete brasileiro também teve um impulso recente, com a entrega de kits – com piso flutuante, apontadores, tabelas e placares – por meio de convênio entre o Ministério do Esporte, a CBB e a Liga Nacional de Basquete (LNB).

Carlos Nunes destacou a importância dos recursos para o desenvolvimento da modalidade. “Todos os contemplados já estão usando os kits nos ginásios e agora nós estamos pleiteando mais dez kits, porque são 27 federações. Isso também é um legado que o Ministério está deixando para o basquete nacional, tendo em vista as Olimpíadas”, afirmou o dirigente.

“Temos projeto para escola de treinadores e a Copa Brasil, que envolve todos os clubes que não participam da NBB nos 27 estados”, concluiu Nunes.

Outros seis convênios com o ministério somam R$ 14,8 milhões para a preparação das seleções feminina e masculina adultas e sub-19, cursos da Escola Nacional de Treinadores de Basquete e locação de software de estatísticas.

Fonte:
Ministério do Esporte

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