Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2015 > 09 > Brasileiros projetam emoção, experiência e pódios em 2016

Esporte

Brasileiros projetam emoção, experiência e pódios em 2016

Jogos Paraolímpicos 2016

Medalhistas experientes, novatos estreantes e sonhadores em busca da primeira conquista projetam Paralímpiadas Rio 2016
por Portal Brasil publicado: 07/09/2015 14h07 última modificação: 07/09/2015 14h07

Em agosto, o Brasil subiu ao pódio dos Jogos Parapan-Americanos de Toronto impressionantes 257 vezes em um espaço de nove dias. A melhor campanha do país na história da competição chegou em ótimo momento. Nesta segunda-feira (7), um mês depois do início do Parapan, os atletas brasileiros vivem outra data especial: o marco de um ano para os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Em 7 de setembro do ano que vem, os atletas estarão desfilando na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos, no Maracanã. Para alguns, a sensação será inédita. “A expectativa é grande por ser no Brasil”, admite a mesatenista Danielle Rauen, convocada pela primeira vez para a Seleção em 2013. “O esporte paralímpico está crescendo, então vamos trabalhar forte para alegrar o país”, diz a jovem de 17 anos, ouro em Toronto na classe 9-10.

Para outros, participar dos Jogos Paralímpicos não é novidade. Dirceu Pinto, da bocha, não só esteve em Londres 2012 e Pequim 2008 como tem quatro medalhas de ouro no currículo. Mesmo com toda a experiência, ele admite que a ansiedade bate em qualquer um.

“Não tem como se preparar totalmente para um evento em seu país, com relação a toda a carga emocional que os Jogos vão trazer. Você tem que estar preparado na sua modalidade, treinado para competir e bater de frente com os melhores. Mas vão estar familiares, amigos, parentes. Vai ser totalmente diferente de tudo o que já experimentei”, explica Dirceu.

Há também aqueles que já tiveram o prazer de participar de outras edições, mas não sentiram o gostinho do pódio. É o caso de Wanderson, jogador da seleção de futebol de 7. Em Londres 2012 e Pequim 2008, ele esteve em campo pelo Brasil. Em ambos terminou na quarta posição, perdendo a partida que valeu o bronze. No Rio, quer não apenas subir ao pódio, como superar os melhores do mundo.

“Rússia e Ucrânia são as potências, mas eles estão vendo que nossa equipe está chegando. Como os Jogos serão no Brasil, vai ser um gás a mais para todos. Em competições internacionais a gente sente um pouco a falta da torcida. No Parapan tinha bastante brasileiro e tivemos uma pequena prévia do que pode ser no ano que vem. Acredito que vamos fazer um excelente trabalho”, prevê o jogador, campeão parapan-americano em Toronto.

Por último, há os que já participaram dos Jogos, conquistaram medalhas de todas as cores e têm total confiança de que repetirão os feitos no Rio. A velocista Terezinha Guilhermina, a cega mais rápida do mundo, é uma delas. Os títulos nos 100m, nos 200m e nos 400m no Parapan de Toronto são vistos por ela como uma etapa de preparação. Tudo para chegar ao Rio 2016 no auge.

“Passei pelo Parapan em treinamento, pois minha principal competição este ano é o Mundial de Doha, no Catar. Com certeza a preparação não vai parar e se intensificará para que, no ano que vem, eu consiga fazer melhor e mais rápido do que já fiz até agora”, projeta a recordista mundial dos 100m, 200m e 400m na classe T11. “O melhor sempre está por vir”, encerra, sorridente, a dona de três ouros, uma prata e dois bronzes nos Jogos Paralímpicos.

Fonte: Brasil 2016

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País

Últimas imagens

Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Divulgação/Ministério da Educação
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital