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Comitê Internacional prevê recorde de público e audiência

Paralimpíadas Rio 2016

Philip Craven acredita que será superada a marca de 4 bilhões em audiência e que os 3,3 milhões de ingressos serão comercializados
por Portal Brasil publicado: 07/09/2015 12h13 última modificação: 07/09/2015 12h13

A um ano dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, o presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês), Sir Philip Craven, acredita que o evento será um sucesso, quebrará recordes e transformará a América Latina.

“Esperamos em torno de 4.350 atletas de 170 países em 22 diferentes modalidades no Rio 2016, com canoagem e triatlo fazendo as estreias”, disse o presidente do IPC, cinco vezes atleta paralímpico no basquete em cadeira de rodas.

Philip Craven crê que os Jogos não atrairão apenas mais atletas e países do que nunca, mas também mais público e audiência de TV.

“Nossa meta é seguir o sucesso de Londres 2012 e Sochi 2014. E, até aqui, estamos em um ótimo caminho. Temos mais emissoras do que nunca cadastradas para cobrir os Jogos, inclusive de novos países. Confiamos que quebraremos a marca de 4 bilhões de pessoas de audiência pela primeira vez”, afirmou Phil Craven.

Os ingressos para os Jogos começam a ser vendidos nesta segunda-feira, 7 de setembro, e se o sucesso esperado for alcançado, levará o megaevento a um patamar inédito.

“Nossa estimativa é chegar a 3,3 milhões de tíquetes vendidos, meio milhão a mais do que em Londres. Se conseguirmos, seremos o segundo maior evento esportivo do planeta quando se trata de entradas vendidas, atrás apenas dos Jogos Olímpicos”, completou.

Os Jogos Paralímpicos de Londres atraíram 2,8 milhões de espectadores e uma audiência acumulada de 3,8 bilhões de pessoas pela TV, em mais de 100 países.

Craven está à frente da oitava edição de Jogos Paralímpicos como presidente do IPC e acredita que os Jogos Paralímpicos serão fundamentais não só para o Brasil, mas para todo o povo sul-americano.

“Os Jogos Paralímpicos têm a reputação de ser o evento número 1 no mundo quando se trata de despertar mudanças sociais e inclusão. Em Londres 2012, vimos mudanças imensas na atitude das pessoas no trato de pessoas com deficiência, enquanto em Sochi e em Pequim 2008, pudemos ver a melhora de inúmeros aspectos de acessibilidade”, disse Phil Craven.

Melhorias tangíveis

Embora estejamos a um ano dos Jogos, o presidente do IPC disse que o Rio 2016 já entregou uma série de melhorias tangíveis que beneficiarão pelo menos 50 milhões de pessoas com deficiência.

Em julho, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei da Inclusão da Pessoa com Deficiência, que elimina uma série de barreira no transporte, habitação, serviços, educação, esporte e no exercício da cidadania. A lei também prevê o aumento do recurso da Lei Agnelo/Piva ao Comitê Paralímpico Brasileiro.

“A nova lei é um exemplo de como a vinda dos Jogos Paralímpicos a um país pode despertar a inclusão social e a melhoria na vida de milhões. A nova legislação vem para assegurar este sucesso.

Ainda há a construção do CT Paralímpico em São Paulo, que será inaugurado neste ano e é um legado entregue muito antes da Cerimônia de Abertura”, completou Phil Craven.

Fonte: Rio 2016

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