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Esporte

Atletismo brasileiro conquista mais uma prata e um bronze no Catar

Mundial Paralímpico

País acumula 21 pódios na competição: três ouros, nove pratas e nove bronzes
por Portal Brasil publicado: 28/10/2015 15h14 última modificação: 28/10/2015 15h34

O Brasil conquistou mais duas medalhas no Mundial Paralímpico de Atletismo, em Doha, no Catar, nesta terça-feira (27). Yohansson Nascimento e Marivana Oliveira somaram uma prata e um bronze, fazendo com que o País chegasse a um total de 21 pódios na competição. São três ouros, nove pratas e nove bronzes. O Brasil segue na 10ª posição no quadro geral de medalhas.

Depois de faturar o ouro nos 200m T47, Yohansson ficou com a prata nos 100m. O brasileiro correu a prova em 10s99. Ele chegou próximo do campeão, o polonês Michael Derus, medalhista de ouro com 10s73. O chinês Hao Wang levou o bronze, com 11s06. Foi a oitava medalha de Yohansson em Campeonatos Mundiais. O atleta agora soma três ouros, três pratas e dois bronzes.

“Fiquei próximo dos meus melhores tempos. Eu esperava correr hoje em 10s80, 10s85, mas fiquei feliz, porque em Mundial o que vale mesmo é a medalha. Saio de cabeça erguida, porque levei duas medalhas em duas provas. Só tenho de dar continuidade ao trabalho”, avaliou Yohansson.

O outro pódio do dia foi inédito. Marivana Oliveira, de 25 anos, conquistou o bronze no arremesso de peso F35 em uma prova emocionante. A sul-africana Chenelle van Zyl fez um lançamento de 9,11m em sua última tentativa, ultrapassando a brasileira e tirando-a provisoriamente do pódio. Sob pressão, Marivana cresceu e fez um arremesso de 9,17m, sua melhor marca da carreira e novo recorde das Américas.

“Estava muito bem psicologicamente. Sabia o que eu tinha treinado. No último arremesso, fui para o tudo ou nada, e ainda bem que veio o tudo. Agradeço muito à minha treinadora por tudo que eu sou. Essa medalha também é dela”, dedicou a alagoana.

Terezinha fora da final dos 100m

O resultado mais surpreendente do dia foi nos 100m feminino da classe T11. Atual tricampeã mundial da prova, Terezinha Guilhermina não se classificou para a final. Com o tempo de 12s68, Terezinha não ficou entre as quatro que avançaram para a decisão. Ela não pôde correr com o seu guia habitual, Guilherme Santana, que se lesionou.

O Brasil terá duas atletas brigando por medalha: Jhulia Santos, que fez 12s66 na semifinal, e Jerusa Geber, classificada com 12s46, a melhor marca da carreira. O melhor tempo da semifinal ficou com a chinesa Liu Cuiqing. A atleta, que já conquistou os títulos dos 200m e dos 400m no Mundial, vai para a decisão como favorita. Cuiqing se classificou com o tempo de 12s27.

Fonte: Ministério do Esporte

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