Esporte
Canoagem indígena brasileira une atletas em Palmas
Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
A canoagem uniu atletas das mais diferentes regiões do planeta na primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. As provas foram disputadas em canoas típicas de povos que vivem na Amazônia, desconhecidas por muitos dos participantes. Para garantir que todos estivessem presentes nas provas, a solução foi oferecer treinamento para as competições. Esse clima de integração foi registrado em vídeo preparado pelo Ministério do Esporte, que mostra a preparação dos atletas no Ribeirão Taquaruçu Grande, em Palmas.
As canoas utilizadas tinham, em média, 5,5m de comprimento, 70 cm de largura e 60 kg. Dominar essas canoas não foi tarefa fácil. Santiago Ferreira e Gustavo Fernandes, representantes dos charruas, do Uruguai, gostaram de participar, mostraram bastante alegria, mas afundaram a canoa. Tim Seumanu, do povo maori, da Nova Zelândia, destacou as diferenças em relação às que utiliza em sua região.
Indígenas do México, da Guiana Francesa, Colômbia, Nova Zelândia, Filipinas, dos Estados Unidos, da Finlândia, Nicarágua, do Canadá, da Costa Rica e do Uruguai também puderam testar as canoas. Foram confeccionadas 20 canoas para as disputas, todas feitas do mesmo material. A madeira utilizada é a cedrorana, parecida com o cedro. Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas começaram em 23 de outubro e terminam no próximo domingo (1º), com uma série de competições e atividades de integração, em Palmas, capital do Tocantins.
Confira também o vídeo que mostra como Indígenas de todo o mundo deram as boas-vindas, na abertura dos Jogos.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte
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