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Cor verde em piso é destaque em evento-teste no Rio de Janeiro

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Cor escolhida pra o Torneio Internacional de Tênis de Mesa é aprovada por atletas brasileiros e equipe técnica; evento contou com pouca participação de atletas estrangeiros
por Portal Brasil publicado: 19/11/2015 10h28 última modificação: 19/11/2015 15h11
Divulgação/Brasil 2016 Cor escolhida pra o piso da competição foi uma novidade que a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF)

Cor escolhida pra o piso da competição foi uma novidade que a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF)

Um novidade tomou conta nesta quarta-feira (18) no primeiro dia do Torneio Internacional de Tênis de Mesa, evento-teste da modalidade para a Olimpíada. A cor verde, escolhida pra o piso da competição, dominou o Pavilhão 4 do Riocentro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e está sendo testada, já com foco nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

“Pela primeira vez usamos o piso verde, porque normalmente os eventos da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, na sigla em inglês) têm piso vermelho ou às vezes um piso azul. Aqui as cores nas Olimpíadas serão verde, azul e amarelo, e a nossa primeira impressão (do piso verde) é que é realmente bom, e acho que nós vamos estar prontos no próximo ano. Hoje e nos próximos dias, nós veremos os aspectos técnicos”, disse Thomas Weikert, presidente da  ITTF.

“A cor do piso é um acordo que fizemos com a Federação Internacional e faz parte do teste. A cor do piso e o posicionamento da iluminação para evitar o ofuscamento do atleta são de nossa responsabilidade. Precisamos realmente ter o entendimento se isso é funcional. Tudo aqui é uma oportunidade de ajuste”, complementou Gustavo Nascimento, diretor de Gestão de Instalações do Comitê Rio 2016.

Para os atletas e técnicos brasileiros, a cor não causou estranhamento ou problemas de reflexo, e até recebeu elogios.

“Depende da pessoa, pode ser que alguém não goste da cor ou tem alguém com problema na visão, mas para mim está tranquilo, não tive problema nenhum”, disse Cazuo Matsumoto (132º). “Se atrapalhar os chineses, vai ser bom. (risos) Para a gente, não teve problema. É uma boa ter esse evento-teste pra gente se adaptar. Quem não veio vai ter o elemento surpresa quando chegar”, completou.

O técnico da seleção feminina e também mesatenista Hugo Hoyama foi quem mais gostou da nova cor. “Eu adorei, porque sou palmeirense. Mas agora, sem brincadeiras, é um verde que não atrapalha em nada, que não vai ofuscar a bolinha. O piso tem uma textura muito boa”, disse.

Ausência

Hoyama lamentou o fato de ter poucos estrangeiros entre os 43 atletas do torneio – sãos seis atletas do Chile, três da Argentina e um britânico –, mas ele considera o teste fundamental para a organização. “Isso (poucos estrangeiros) infelizmente aconteceu, mas o que a gente tem que ver aqui é a estrutura. O evento desse jeito está sendo mais importante para os voluntários, para que saibam o que fazer e como trabalhar nas Olimpíadas”, disse.

Testes

Além dos voluntários, da iluminação e do piso, outros testes importantes do evento são o sistema de resultados e o fluxo de ar.

“Uma nuance muito importante é o fluxo de ar. A bolinha é bastante sensível. Esse aspecto faz parte da infraestrutura do sistema de ar condicionado, que é algo que a gente não vê a olho nu, mas que é muito importante para a dinâmica do esporte e para o desempenho do atleta. Estamos testando isso em sua plenitude”, explicou Gustavo Nascimento.

Para Thomas Weikert, as mesas também estão sendo bastante observadas. “Eu acho que a principal aspecto aqui é a instalação. Mesmo que não seja o mesmo  local (nos Jogos, o tênis de mesa será disputado no Pavilhão 3 do Riocentro), é no mesmo complexo, e também queremos ver as novas mesas do novo patrocinador”, disse.

O Torneio Internacional de Tênis de Mesa prossegue até sábado (21).

Fonte: Brasil 2016

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