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Brasil leva três medalhas no 1º dia da copa de halterofilismo

Evento-teste

Organização aproveitou a disputa para aperfeiçoar a área de competição, afinar o trabalho dos voluntários e identificar o que pode ser melhorado
publicado: 22/01/2016 16h36 última modificação: 02/02/2016 16h19
Foto: Miriam Jeske/Brasil 2016 Organização destaca oportunidade única de “acertar os ponteiros” antes dos Jogos e testa inovações

Organização destaca oportunidade única de “acertar os ponteiros” antes dos Jogos e testa inovações

Na reta final da disputa por vagas nas Paralimpíadas, os halterofilistas brasileiros garantiram três pódios nessa quinta-feira (21), primeiro dia da Copa do Mundo da modalidade, no Rio de Janeiro. Enquanto os atletas buscam melhorar as marcas na competição que serve de evento-teste para os Jogos Rio 2016, a organização quer aperfeiçoar a área de competição, afinar o trabalho dos voluntários e identificar o que pode ser melhorado para setembro.

A competição da modalidade, nos Jogos, será realizada no Pavilhão 2 do Riocentro, enquanto o evento-teste ocorre, até sábado, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca. Segundo os organizadores, os aspectos mais importantes podem ser testados em uma instalação diferente e reproduzidos, em setembro, no Riocentro.

“Embora não seja a mesma instalação, estamos testando a área de competição. Um palco montado aqui ou no Riocentro não muda muito para a gente. Importante é testar a operação de trás do palco, a entrada do atleta, a saída do atleta, a acessibilidade ali dentro, além da arbitragem e a relação com a federação internacional”, explicou Rodrigo Garcia, diretor de Esportes do Comitê Rio 2016.

A iluminação, aspecto essencial no halterofilismo, está sendo colocada na Arena Carioca de forma semelhante ao que será feito no Riocentro. “O que é mais importante? Que essa iluminação não esteja direta nos olhos dos atletas. Eu não posso ter luzes que reflitam diretamente nos olhos do atleta quando ele estiver no banco. O Riocentro tem um desenho similar de iluminação e a gente consegue repetir”, disse Pedro Meloni, gerente de Levantamento de Peso e Halterofilismo do Comitê.

Estrangeiros e brasileiros que competiram nesta quinta elogiaram a estrutura montada para a competição e a acessibilidade da Arena Carioca 1, que receberá a disputa paralímpica do basquete em cadeira de rodas.

“Está excelente a estrutura, tanto a de treinamento quanto a área de aquecimento, a área de competição, está tudo ótimo”, reforçou o halterofilista brasileiro Bruno Carra. “Está espetacular. Tudo funcionou de forma perfeita”, disse Juan Garrido, que é cadeirante e não encontrou dificuldades de deslocamento. “Tudo tranquilo. Temos um colega de equipe que é cadeirante e ele não teve problema”, acrescentou Nador Tunkel.

No halterofilismo, vão para os Jogos as seis melhores atletas de cada categoria entre as mulheres e os oito melhores em cada categoria masculina, de acordo com o ranking que fechará no mês que vem. Restam poucas oportunidades e o resultado desta quinta alavancou o chileno Juan Garrido: com a melhor marca da carreira (186 kg) na categoria até 59 kg, ele ficou com o ouro e subiu para quinto no ranking. O segundo lugar também foi para o Chile, com Jorge Carinao (142 kg), e o bronze ficou com o argentino Pablo Daniel Melgar (122 kg). Na divisão até 49 kg, o húngaro Nador Tunkel venceu ao erguer 151 kg. Ele competiu apenas com o japonês Hiroshi Miura, que levantou 90 kg.

Nesta sexta-feira (22), serão disputadas categorias masculinas até 65 kg, 72 kg, 80 kg e 88 kg. O evento termina no sábado (23).

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte

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