Você está aqui: Página Inicial > Esporte > 2016 > 02 > Atletas do rúgbi em cadeira de rodas testam acessibilidade do Galeão

Esporte

Atletas do rúgbi em cadeira de rodas testam acessibilidade do Galeão

Paralímpicos Rio 2016

O objetivo foi avaliar todos os procedimentos de embarque e desembarque, fluxos dentro do aeroporto e infraestrutura do principal terminal envolvido na operação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
por Portal Brasil publicado: 24/02/2016 11h41 última modificação: 25/02/2016 13h33
Andre Motta/Brasil2016 Realizada sob coordenação da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, a operação acompanhou a chegada de 54 atletas das delegações da Inglaterra, Austrália e Canadá

Realizada sob coordenação da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, a operação acompanhou a chegada de 54 atletas das delegações da Inglaterra, Austrália e Canadá

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) passou por testes de acessibilidade, na segunda (22) e na terça-feira (23), durante a recepção das delegações dos países que vão disputar o Campeonato Internacional de Rugby em Cadeira de Rodas. Evento-teste da modalidade para os Jogos Rio 2016, o torneio será realizado entre 26 e 28 de fevereiro, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca.

Realizada sob coordenação da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC-PR), a operação acompanhou a chegada de 54 atletas das delegações da Inglaterra, Austrália e Canadá. O objetivo foi avaliar todos os procedimentos de embarque e desembarque, fluxos dentro do aeroporto e infraestrutura do principal terminal envolvido na operação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Nesta terça-feira (23), a delegação do Canadá desembarcou no Galeão com 17 integrantes. Desde a saída da aeronave, os atletas contaram com assistência especial para troca de cadeira de rodas, passagem pela imigração e retirada de bagagens e equipamentos. Para Kevin Orr, técnico da seleção canadense, o aeroporto internacional do Rio está preparado para a recepção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

"Estive no Brasil em 2007 e vejo que hoje tudo está mais rápido. Foi muito ágil a passagem de toda a equipe até aqui. As cadeiras chegaram em ótimas condições e muito rapidamente até nós. Esse é um passo muito importante, fomos tratados com muita eficiência", elogiou.

Entre os britânicos, o atleta Michael Kew descreveu os profissionais do Galeão como "plenamente preparados para auxiliar no desembarque". Kew disse ainda que a logística de retirada das cadeiras funcionou muito bem, de maneira similar ao padrão verificado em outros países.

Da saída dos atletas da aeronave até a saída do ônibus do meio-fio, o procedimento durou, em média, 50 minutos, tempo considerado "excelente" por Marcus Pires, chefe de serviço do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), grupo de trabalho responsável por planejar a operação dos aeroportos para megaeventos como as Olimpíadas e Paralimpíadas.

"Nos três voos de chegada que acompanhamos, percebemos uma engrenagem importante de integração entre companhias aéreas, serviço de rampa, handling, administrador aeroportuário e órgãos públicos - Receita e Polícia Federal. Esse desempenho e comprometimento foi fundamental. O desafio é fazer o ajuste fino e ampliar esse padrão para outros terminais do país. O Galeão, que passa por um processo de remodelação de infraestrutura, evoluiu também no atendimento e no serviço, que são essenciais", explicou.

Para Pires, o teste foi bastante positivo. "Buscamos testar todo o procedimento de desembarque, desde a saída dos atletas da aeronave até o embarque no modal rodoviário e a saída do aeroporto. É um procedimento integrado com vários órgãos e entidades e o objetivo é que tenhamos o atendimento mais célere possível, com dignidade, rapidez e também satisfação, para que eles sejam recebidos no país de forma alegre, funcional e rápida", disse.

O CTOE reúne integrantes da SAC-PR, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e da Casa Civil. A operação no Galeão teve o apoio de representantes do operador do aeroporto, o Riogaleão, e do Comitê Rio 2016 durante os procedimentos.

Fonte: Brasil 2016

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Conheça a história de Caio Sena. Aos 24 anos, o atleta de marcha atlética qualificado para as Olimpíadas Rio 2016, vive o sonho de disputar os jogos no Brasil.
Caio Sena conta como se prepara para Olimpíadas no Brasil
A jogadora paralímpica de lançamento de dardos, discos e arremesso de peso, Shirlene Coelho, comenta a importância do esporte em sua vida
Jogos Paralímpicos | Shirlene Coelho
Além da capital fluminense, várias cidades brasileiras também recebam turistas
Olimpíadas 2016 podem impulsionar viagens para todo o País

Últimas imagens

Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Popole Misenga e Yolande Mabika fugiram de conflitos na República Democrática do Congo em 2013 e tentam reconstruir a vida no Brasil
Divulgação/Brasil 2016
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Centro Aquático de Deodoro é sede de treinos e competições nacionais e internacionais
Divulgação/Ministério da Educação
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Nadador Gustavo Borges tem quatro conquistas em olimpíadas: duas pratas em Barcelona, e nos 200 metros livres em 1996) e dois bronzes em 1996 e no revezamento em 2000
Divulgação/Brasil 2016

Governo digital