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Brasil quer resultado histórico nos Jogos Rio 2016

Olimpíada

O objetivo é colocar o País no Top 10 do quadro total de medalhas, aponta o Comitê Olímpico Brasileiro
por Portal Brasil publicado: 25/02/2016 09h30 última modificação: 26/02/2016 12h04
Renato Sette Câmara/Prefeitura do Rio O Parque Olímpico, coração dos Jogos e sede de 16 modalidades olímpicas e nove paralímpicas

O Parque Olímpico, coração dos Jogos e sede de 16 modalidades olímpicas e nove paralímpicas

Terminar os Jogos Olímpicos do Rio 2016 entre os dez maiores medalhistas é o objetivo traçado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).  “A meta do COB para o Rio 2016 é colocar o Brasil no Top 10 do quadro total de medalhas dos Jogos Olímpicos. Estamos oferecendo a melhor preparação da história aos atletas para que eles tenham os melhores resultados de suas carreiras”, diz o diretor executivo de Esportes do COB, Marcus Vinícius Freire. Ele destaca que o País terá mais de 400 atletas na Olimpíada.

O diretor do COB destaca as conquistas recentes do esporte brasileiro como prova do nível de preparação dos atletas do País. “Em Londres, além das modalidades que já costumam trazer medalhas ao Brasil, tivemos novos pódios com o pentatlo moderno, boxe e a ginástica artística masculina. No Pan-americano de Toronto tivemos ótimo desempenho no polo aquático, o hóquei sobre grama masculino e bons resultados na canoagem, por exemplo”, aponta.

A meta traçada pelo COB é possível, mas vai depender de um bom desempenho tanto de modalidades tradicionalmente vencedoras quanto de outras com resultados positivos recentes. A ponderação é do jornalista Cláudio Nogueira, especialista em esportes olímpicos. “Acho que é uma meta factível, mas depende muito do desempenho de alguns esportes, principalmente aqueles em que o Brasil tem mais tradição.”

Desafios

O esporte brasileiro vai ter de superar alguns obstáculos para ficar entre os dez melhores dos jogos. O basquete masculino, por exemplo, que tem crescido muito nos últimos anos, precisa superar equipes de peso como as da Argentina, Sérvia, Espanha e dos Estados Unidos para chegar ao pódio olímpico.

Outro desafio está no atletismo brasileiro, que tem tradição suficiente para consolidar-se no cenário internacional. “O Brasil já teve Adhemar Ferreira da Silva, Joaquim Cruz, mais recentemente a Maureen Maggi, fora outros que não foram medalhistas de ouro. Por essa tradição toda, era para o nosso atletismo já ter uma escola que revelasse talentos”, diz Nogueira.

Vilas do Esporte

De acordo com o ministro do Esporte, George Hilton, um dos objetivos do governo é colocar à disposição da população os novos centros nacionais de treinamento, construídos para preparação dos atletas olímpicos de várias modalidades em diferentes Estados.

“A Olimpíada acaba, mas ficará o legado material com esses equipamentos todos. Nós queremos aproveitar para mudar a atual cultura, combater o sedentarismo. E também queremos uma cultura de massificação da prática esportiva”, diz Hilton.

O ministro concorda com o COB sobre a meta olímpica e acredita no trabalho feito também pelo governo federal, com o Plano Brasil Medalhas, que injetou R$ 1 bilhão na preparação de atletas olímpicos e paralímpicos. “Nós preparamos bem os atletas, temos dado toda a assistência”, garante Hilton.

O Plano Brasil Medalhas 2016, lançado em setembro de 2012, tem como objetivo colocar o Brasil entre os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Além disso, destina-se a formar novas gerações de atletas das modalidades e estruturar centros de treinamentos que atendam desde as equipes principais do alto rendimento até as categorias de base.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

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