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Esporte

Futebol reforça campanha contra o mosquito Aedes aegypti

Conscientização

Ministro do Esporte, George Hilton, distribuiu panfletos com dicas de prevenção e conversou com os torcedores no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília
por Portal Brasil publicado: 22/02/2016 11h53 última modificação: 24/02/2016 17h42
Divulgação/Francisco Medeiros/ME Neste fim de semana, a campanha ganhou um novo slogam: “Brasil 10 x #ZikaZero - Jogando junto, a gente só aumenta esse placar”

Neste fim de semana, a campanha ganhou um novo slogam: “Brasil 10 x #ZikaZero - Jogando junto, a gente só aumenta esse placar”

O futebol ajudou a reforçar, neste domingo (21), a campanha de combate ao Aedes aegypti , mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em quatro partidas, nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul, equipes entraram com faixas de alerta aos torcedores. Nos telões dos estádios, foram veiculados vídeos para conscientizar a população sobre a importância de se adotar medidas para evitar o surgimento de focos de criação do mosquito.

Nos jogos deste fim de semana, a campanha ganhou um novo slogan: “Brasil 10 x #ZikaZero  Jogando junto, a gente só aumenta esse placar”. O ministro do Esporte, George Hilton, distribuiu panfletos com dicas de prevenção ao mosquito e conversou com os torcedores que chegavam ao Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, para acompanhar o clássico entre Flamengo e Fluminense, válido pelo Campeonato Carioca.

“O futebol é a nossa maior tradição esportiva. É um esporte de massas, que leva para os estádios crianças, adolescentes, adultos e idosos. Então, nada melhor do que envolver o maior espetáculo esportivo do País na luta contra o mosquito Aedes aegypti. Se todos nós fizermos a nossa parte, dentro da nossa casa, com certeza a gente vai ganhar de goleada. O adversário hoje é o Aedes aegypti, e contra ele não há fair play”, disse Hilton, fazendo alusão aos termos futebolísticos.

Voluntariado

Nos arredores do Estádio Mané Garrincha, voluntários reforçaram o trabalho de conscientização. A bancária Michelle Jansen passou as lições para a filha, Júlia, de seis anos, que carregava um folheto com dicas de prevenção ao Aedes aegypti recebido na entrada da arena. “A gente faz o que vê na TV, o que o Ministério e todas as campanhas orientam, que é ver as vasilhas com água parada, verificar tudo que pode gerar focos do mosquito. Eu moro em apartamento, então, temos menos plantas e vasos, mas a gente está sempre alerta”, afirmou a flamenguista Michelle.

Um dos mais de 32 mil torcedores presentes no estádio, o tricolor Agamenon Alves mantém a rotina diária de checar, em casa, os locais que possam acumular água. “Eu faço como a propaganda diz: em dez minutos, verifico todos os lugares. A minha parte eu estou fazendo”, disse o profissional de gastronomia. “A palavra é uma só: consciência. Se todos tiverem consciência, nós ganhamos a guerra.”

Ações nos estádios

Desde o último dia 13 de fevereiro, o Ministério do Esporte vem realizando ações nos estádios de futebol. Neste domingo, além do jogo em Brasília, outras mobilizações ocorreram nos jogos entre Atlético-MG e Boa Esporte, no Estádio Independência, em Belo Horizonte; Sport e Santa Cruz, na Ilha do Retiro, em Recife; e Grêmio e Novo Hamburgo, na Arena Grêmio, em Porto Alegre.

Presente no Fla-Flu, o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Rogério Hamam, ressaltou o impacto que as mensagens transmitidas por meio do esporte mais popular entre os brasileiros geram. "O futebol é o esporte de maior paixão dos brasileiros. E esse tipo de recado tem de ser passado para as multidões. As pessoas têm de perceber a importância dos cuidados de prevenção ao zika e de combate ao Aedes aegypti. O futebol é uma ferramenta importante, capaz de multiplicar essa informação." 

A campanha do Ministério do Esporte também está ativa nas redes sociais, por meio de um concurso de vídeos para serem postados com as hashtags: #Brasildez e #ZikaZero.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte

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