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Botucatu prepara-se para ser o novo polo do paradesporto paulista

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Ginásio paralímpico vai atender modalidades como basquete em cadeira de rodas e vôlei sentado, com investimento de R$ 2,1 milhões
publicado: 19/04/2016 15h30 última modificação: 19/04/2016 23h06
Foto: Francisco Medeiros/ ME Prefeito de Botucatu e ministro do Esporte assinam ordem de serviço para início das obras de ginásio paralímpico

Prefeito de Botucatu e ministro do Esporte assinam ordem de serviço para início das obras de ginásio paralímpico

Botucatu, cidade do interior paulista a cerca de 250 quilômetros da capital, ganhará uma estrutura para transformar a cidade em uma referência para o paradesporto da região. A ordem de serviço referente ao início das obras de um ginásio que vai atender a modalidades como basquete em cadeira de rodas e vôlei sentado foi assinado nesta segunda-feira pelo ministro do Esporte, Ricardo Leyser, e o prefeito João Cury Neto. A empresa responsável pelo empreendido já está contratada e iniciou os trabalhos já na tarde desta segunda-feira.

O ginásio paralímpico terá quadra com dimensões oficiais de 40 por 20 metros e capacidade para receber até 800 pessoas. Os investimentos serão de R$ 2,1 milhões, sendo R$ 1,7 milhão em recursos federais. Localizado no Bairro Alto, a obra irá integrar um complexo que terá duas piscinas (uma semiolímpica e outra de hidroterapia) e um Centro de Tecnologia e Inclusão para pessoas com deficiência, que estão em fase final de construção. As instalações ficam ao lado do ginásio poliesportivo municipal.

“Neste ano olímpico, parte dos nossos planos é o financiamento de projetos dos municípios. Temos milhares de financiamentos, mas nem sempre os parceiros conseguem entregar no tempo correto e no preço justo. E aqui temos um parceiro de sucesso, com esse espírito público que nos dá segurança”, elogiou o ministro.

“O apoio que recebemos do governo federal mudou a realidade do nosso esporte em várias modalidades e por conta da nossa parceria em diversos programas. No Segundo Tempo, temos mais de 1,5 mil crianças no contraturno escolar, o que transformou a vida de muitas famílias”, comentou o prefeito Cury Neto.

Ricardo Leyser apontou o potencial de Botucatu para servir como modelo de políticas públicas esportivas para outros municípios. “Poucas prefeituras no Brasil dão atenção ao paradesporto, que tem um potencial enorme de inclusão social e desenvolvimento humano. São políticas públicas importantes para todos, e a população se beneficia. É fundamental termos cidades que sejam modelo para servir de referência para outros municípios, e aqui vemos esse potencial.”

Sucesso paralímpico

O apoio do Ministério do Esporte na construção do ginásio faz parte da estratégia de espalhar o legado dos Jogos Rio 2016 por todo o País. O ministro lembrou que os atletas terão o Centro Paralímpico Brasileiro (CPB), em São Paulo, um dos melhores complexos do tipo no mundo.

Ricardo Leyser aproveitou ainda para chamar a atenção para as disputas da Paralimpíada do Rio. “Temos um descompasso do desempenho do paradesporto brasileiro com o interesse do público. Estamos entre os sete melhores países paralímpicos, e pouca gente tem interesse nessas modalidades”, disse o ministro, que convidou os presentes a prestigiarem o megaevento em setembro.

Outro incentivo ao paradesporto ocorre por meio do Bolsa Atleta, maior programa de patrocínio individual e direto do mundo. O Ministério do Esporte beneficia 1.298 atletas de modalidades paralímpicas, totalizando R$ 18,7 milhões por ano. Com a Bolsa Pódio, categoria mais alta do Bolsa Atleta, 94 atletas de modalidades individuais são patrocinados. O investimento anual é de R$ 15 milhões.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte

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