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Esporte

Brasil leva 13 medalhas em mundial de ginástica artística

Etapa brasileira

Competição realizada no ginásio do Ibirapuera (São Paulo) foi considerada uma preparação para os Jogos Olímpicos
por Portal Brasil publicado: 24/05/2016 18h11 última modificação: 24/05/2016 18h11

Atletas que se preparam para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em agosto fizeram a alegria da torcida paulista no último domingo (22), durante o último dia da etapa brasileira da Copa do Mundo de Ginástica Artística. A competição aconteceu no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, e teve como saldo final 13 medalhas conquistadas por brasileiros, sendo seis de ouro, quatro de prata e três de bronze.

O evento teve a presença de ídolos da torcida, como o campeão olímpico Arthur Zanetti e de Daniele Hypolito. Os atletas nacionais estiveram em todas as finais e subiram ao pódio em todos os aparelhos.

Barra fixa

Sérgio Sasaki fez uma série impecável na barra fixa e foi o adversário a ser batido pelos demais concorrentes. Com 15,250, ninguém conseguiu alcançar o brasileiro, que comemorou no pódio a medalha de ouro. A medalha de prata foi para o japonês Kaito Imabayashi, com 15,250, e o bronze para o argentino Nicolas Córdoba, com 14,800.

A disputa das argolas era o momento mais esperado pelo público e o campeão olímpico Arthur Zanetti cumpriu as expectativas. Zanetti alcançou 15,800 e mostrou porque é o grande nome do aparelho na atualidade, conquistando mais um ouro. O argentino Federico Molinari fez 15,050 e garantiu o segundo lugar, seguido pelo japonês Kaito Imabayashi, com 14,700. Francisco Barretto também representou o Brasil no aparelho e, com 14,250, foi o sexto colocado.

Ovacionado pelo público, o campeão olímpico diz que se sente prestigiado. "É muito bom ter a torcida acompanhando a ginástica”, afirmou o atleta. Zanetti disse que a copa funciona como treino para a principal competição do ano: a Olimpíada.

Solo

Daniele Hypolito fez a alegria da torcida ao fechar a competição de solo. Ela somou 13,950 e conquistou o primeiro lugar no pódio. A jovem Carolyne Pedro levou o bronze (13,300) ao lado da chilena Simona Castro. A segunda colocação ficou com a alemã Kim Bui, com 13,550. Carolyne se juntou à seleção adulta este ano e acredita que o resultado pode levá-la a uma vaga nos jogos Olímpicos, pois “a equipe que irá aos Jogos Olímpicos ainda não foi totalmente definida”, comentou.

Salto

Dois brasileiros disputaram a final de salto masculino. Arthur Nory obteve a medalha de ouro. O atleta fez 15,000 e 14,600 nos dois saltos, somando 14,800. Ao lado de Nory no pódio, Sérgio Sasaki conquistou a prata, com 14,675 (15,150 no primeiro e 14,200 no segundo). O japonês Jumpei Oka foi medalha de bronze, com 13,775 (13,400 no primeiro e 14,150 no segundo).

Para Sasaki, que retornou este ano às competições após se recuperar de duas cirurgias, a felicidade é grande. "Medalha é sempre bom, mas esse não era o principal foco. Estou voltando e quero estar bem e à disposição da seleção para as próximas competições", resumiu o atleta.

Trave

A trave encerrou a disputa das finais do domingo, mais uma vez com duas brasileiras no foco. Daniele Hypolito e Rebeca Andrade dividiram a atenção do público e no final também subiram juntas ao pódio. Daniele garantiu a medalha de ouro, com 14,350. A chilena Simona Castro somou 13,050 e ficou com a prata. Já Rebeca, apesar de uma pequena queda, teve um bom desempenho e ficou com o bronze, com 13,000.

“Eu esperava fazer meu trabalho bem feito, mas não esperava três ouros", disse Daniele, que no último sábado (21) conquistara o primeiro lugar no salto (14,125 pontos). "Para nós foi um grande teste, principalmente, com relação à torcida”, afirmou a ginasta.

Também no sábado, o Brasil levou medalhas no solo masculino (prata para Diego Hypolito, com 15,400), no cavalo com alças (prata para Sasaki, com 14,950), nas assimétricas (prata para Rebeca Andrade, com 14,500) e nas paralelas masculinas (bronze para Francisco Barretto, com 15,000).

Para a presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Luciene Resende, os resultados alcançados colocam “definitivamente o Brasil no calendário internacional da ginástica", avaliou.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Confederação Brasileira de Ginástica

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