STJ assina convênio com a ONU para cooperação no combate ao crime organizado transnacional
A abolição que não veio
A escravidão foi abolida oficialmente na Mauritânia em 9 de novembro de 1981 pelo decreto nº 81.234. Quase três décadas depois, as relações sociais no país indicam que naquele país africano a “lei áurea” simplesmente não pegou
Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que deu liberdade aos escravos
Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que deu liberdade aos escravos
Abolição em oito tempos
O texto é curto e direto: “Fica abolida a escravidão no Brasil. Revogam-se as disposições em contrário”. Onze palavras que mudariam o nosso futuro. Com o fim do cativeiro, o país entraria em uma nova fase, próspera e igualitária. Festa, júbilo, comoção coletiva nas ruas
Contra a corrente, a cultura negra floresce
Em 1902, o afro-descendente Rodrigues Alves assumia a Presidência da República. No entanto, foi exatamente na gestão desse afro-descendente que o Brasil começou a pôr em prática, a partir de sua capital, um programa cultural visando europeizar-se de vez
O papel das religiões
Foi muito diferente o papel exercido pela religião e pelas igrejas nos movimentos abolicionistas dos Estados Unidos e do Brasil
Sensibilidade inglesa
Quando se trata de avaliar os motivos da pressão inglesa pelo fim do tráfico atlântico de escravos, paira nos bancos escolares do ensino médio o estigma do “Ocidentalismo”
A batalha continua
Piauienses escolheram como símbolo maior da conquista um confronto do qual saíram derrotados
Ao gosto do freguês
Famoso personagem de Machado de Assis, o Conselheiro Ayres dizia que “as coisas só são previsíveis quando já aconteceram”
Independência é liberdade
Mais do que lutar a favor da Independência, os escravos baianos entraram na guerra para conquistar sua alforria
O grito que não foi ouvido
“Independência ou Morte!” Consagrado pela História, o Grito do Ipiranga, quase não causou repercussão entre seus contemporâneos
Oito de dezembro
Governo de Pernambuco decidiu comemorar o dia da independência no dia da padroeira de Portugal para conquistar o apoio da população
Sangue ‘patriótico’
No Grão-Pará, a Independência não foi pacífica. Uma revolta contra portugueses e estrangeiros em geral resultou no massacre de mais de 250 pessoas
Senhores do Brasil
Grandes proprietários de terras e de escravos formaram uma guarda em defesa de D. Pedro I. Seu objetivo foi alcançado: perpetuarem-se no poder
Um pé lá, outro cá
Piauí dividiu-se entre os que queriam permanecer ligados a Portugal e os que defendiam a adesão ao Rio de Janeiro
Visões e revisões
De um mesmo evento podem surgir múltiplas versões. Bom exemplo disso é a adesão do Piauí à Independência
... e depois
Presentes nos discursos oficiais, os valores republicanos ainda engatinham na sociedade brasileira
A ideia de República no Império do Brasil
Projeto de instituição de uma república federativa já estava presente no cenário político do Primeiro Reinado, assim como no período das regências
Antes...
Até a Proclamação, o ideal republicano foi invocado diversas vezes para contestar o regime vigente. Suas propostas é que variavam

D. Pedro II e os valores republicanos
O cumprimento das leis, o respeito ao dinheiro público e a liberdade de expressão marcaram o governo do monarca
Drama cívico entre bolachas e cafezinho
Os irmãos gêmeos Pedro e Paulo eram simetricamente contrários, tendo, inclusive, brigado no útero materno. Nasceram em 7 de abril de 1831: dia em que Pedro I caiu do trono, diria Paulo; dia em que Sua Majestade subiu ao trono, comentava Pedro, referindo-se à elevação de Pedro II
Flirts no footing da Avenida Central
A guerra passara, a Internacional ficara contida nas longínquas e geladas terras soviéticas. A burguesia balança suas pérolas, plumas e paetês no dancing do Palácio Guanabara à rua Paissandu
Liberdade ainda que tardia
Durante praticamente todo o Setecentos, falou-se em motins, sedições e levantes na região das Minas. A partir de meados do século XVIII, porém, as revoltas perderam seu caráter espetacular e tornaram-se surdas, disseminadas e constantes
Nós, vós, cidadãos
As décadas recentes viveram um ressurgimento do interesse pela tradição republicana, por conta da crise que atingiu as duas correntes de pensamento que dominaram a cena contemporânea: o liberalismo e o socialismo
O pacto dos estados
Escolha dos estados como base de sustentação da República decorre de uma avaliação da experiência dos primeiros anos do regime, marcados por forte instabilidade

O pecado original da República
Propaganda republicana defendia a ideia de autogoverno, do povo governando a si mesmo e do País se autodirigindo, sem necessidade de um rei
Um radical a ferro e fogo
Republicanos não tinham no horizonte nenhuma revolução, antes, esperariam pela reforma e viveriam em paz com a Monarquia, enquanto esta durasse
















