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Brasil reduz população de favelas em 16% na última década

por Portal Brasil publicado: 19/03/2010 15h20 última modificação: 28/07/2014 11h29

O Brasil reduziu em 16% o número de pessoas que moram em favelas, entre 2001 e 2010. Mas, segundo a ONU, o desempenho é inferior à  média de progresso da América Latina, que teve uma redução de 19,5% no número de habitantes de favelas.  Os dados são do relatório O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido, publicado a cada dois anos pela organização.

Em todo o mundo, 227 milhões de pessoas deixaram de morar em favelas entre 2000 e 2010. Segundo a ONU, isso não significa necessariamente que as pessoas foram morar em outro lugar, já que, em alguns casos, as pessoas simplesmente tiveram melhorias em suas áreas, as quais passaram a não ser mais consideradas favelas.

A pesquisa está sendo apresentada nesta sexta-feira  (19), no Rio de Janeiro, pela Divisão de Habitação das Nações Unidas (ONU-Habitat).  Pelo levantamento, Argentina e Colômbia foram considerados os países mais bem-sucedidos na região, já que reduziram em 40% sua população residente em favelas. A República Dominicana é também citada como bom exemplo, já que conseguiu reduzir em 30% o número de pessoas que vivem neste tipo de moradias, consideradas precárias.

Apesar da saída de 227 milhões das favelas no mundo, o ritmo de crescimento da população das favelas foi maior do que o número de pessoas deixando de morar nessa condição. Portanto, a população total de habitantes de favelas cresceu, passando de 776,7 milhões 827,6 milhões.

O estudo divulgado pelas Nações Unidas também chamou a atenção para o fenômeno dos corredores urbanos, ou seja, pequenas faixas de terra entre duas ou mais cidades, que concentram grande número de habitantes. Cerca de 40 corredores urbanos concentram 18% da população mundial e 66% da atividade econômica global.

Um dos corredores urbanos citados pela pesquisa é a região entre as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, que teria 43 milhões de habitantes, ou seja, cerca de um terço da população brasileira.

Segundo a ONU, esses corredores têm vantagem de estimular negócios, melhorar a interconectividade e levar ao crescimento econômico regional. Mas também apresentam a desvantagem de impedir um maior desenvolvimento da difusão espacial.

 

Fonte:
Agência Brasil

 

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