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Arrecadação federal em setembro deve crescer mais de 11%

por Portal Brasil publicado: 16/09/2010 18h19 última modificação: 28/07/2014 12h08

A arrecadação federal deve fechar setembro com crescimento real entre 11% e 12% em relação ao mesmo mês do ano passado e encerrar o ano com alta de 10% a 12%, disse nesta quinta-feira (16) o subsecretário de Tributação da Receita Federal, Sandro Serpa. Os números referem-se apenas à parcela da arrecadação diretamente administrada pela Receita e representam leve desaceleração em relação a agosto.


No mês passado, a arrecadação federal cresceu 15,32% em relação a agosto do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Se forem levadas em consideração somente as receitas administradas pela Receita, que não incluem os royalties do petróleo e a parcela do lucro das estatais repassada à União (dividendos), a alta real foi de 14,78%.


Apesar de admitir crescimento menor este mês, o subsecretário disse não acreditar que os números de setembro reflitam a desaceleração da economia. Segundo ele, a arrecadação de agosto veio acima das expectativas da Receita Federal e deve retornar ao ritmo normal nos próximos meses.


De acordo com Serpa, as variáveis que mais têm se refletido na arrecadação em 2010 são a produção industrial – relacionada ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) –, a venda de bens e serviços – que impulsiona as receitas da Contribuição Social sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – e a massa salarial, que se reflete nas receitas da Previdência Social. Para ele, esses indicadores continuarão a sustentar a arrecadação.


Com base na arrecadação, o subsecretário afirmou que os sinais de desaceleração da economia ainda não estão sendo sentidos. “Não se pode dizer ainda que a economia esteja caindo porque esse conjunto de variáveis econômicas continua a apresentar crescimento elevado”, disse Serpa. “Isso deve garantir um crescimento real da arrecadação de 10% a 12% em 2010.”


Segundo ele, se houver algum sinal de redução do crescimento econômico, o impacto na arrecadação não será sentido imediatamente. “Não dá para estimar um intervalo preciso, mas a atividade econômica leva de dois a três meses para influenciar a arrecadação federal”, ressaltou.



Fonte:
Agência Brasil

 

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