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Mais de 20 mil pessoas e 30 autoridades internacionais vão assistir posse de Dilma

por Portal Brasil publicado: 27/12/2010 17h17 última modificação: 28/07/2014 12h30

Cerca de 30 autoridades internacionais, entre elas 12 chefes de Estado e de governo, já estão confirmadas para a cerimônia de posse de Dilma Rousseff, no dia 1º de janeiro em Brasília. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (27), pelo embaixador George Monteiro Prata, chefe do cerimonial do ato de posse.

A expectativa é de que mais de 20 mil pessoas assistam a cerimônia na Esplanada dos Ministérios, segundo o coronel Carlos José Penteado, chefe de Comunicação Social do Comando Militar do Palácio do Planalto. Penteado informou que, no total, cerca de três mil pessoas trabalharão nas atividades desenvolvidas durante a posse – mil delas estarão dedicadas à segurança, inclusive com francoatiradores de elite posicionados para eventuais problemas.

Entre os presidentes já confirmados, estão os da Bolívia, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai, Paraguai, Suriname e Chile. Também devem comparecer o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Chung Un-chan; e o príncipe das Astúrias (Espanha), Felipe – além da secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, entre outras autoridades de alto nível. A delegação da Argentina ainda não confirmou presença.

Segundo informações divulgadas pela Agência Venezuelana de Notícias (AVN), Chávez destacou que Dilma dará continuidade à “dinâmica progressista” iniciada pelo presidente Lula. "Saudamos a companheira Dilma e o companheiro Lula. A posse dela [Dilma Rousseff] garante a continuidade da dinâmica progressista na América do Sul, na América Latina e no Caribe", disse Chávez, que estava acompanhado pelo presidente da Bolívia, Evo Morales.

Morales estava na Venezuela para acompanhar a entrega de ajuda humanitária às vítimas de chuva no país. Durante a visita, o presidente da Bolívia também reiterou que estará em Brasília para a cerimônia de posse da presidenta eleita. "Eu li que você [Evo Morales] anunciou que estava indo para Brasília. Nós iremos a Brasília, eu ainda não tinha anunciado. Nós iremos acompanhar [a posse] com o povo do Brasil", disse Chávez.

 

Cerimonial

A cerimônia de posse deve começar às 14h10, hora de Brasília, com o desfile em carro aberto, caso faça sol, ou em automóvel fechado, se chover. Dilma deve estar acompanhada pelo vice-presidente eleito, Michel Temer. Após a cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma recepcionará chefes de Estado, ministros e outras autoridades em um coquetel no Itamaraty, com a presença das autoridades internacionais. A previsão é de que a recepção comece às 18h30 e termine por volta das 21h.

De acordo com os organizadores, cerca de 1,3 mil homens das Forças Armadas estarão envolvidos no esquema de segurança de todo o evento. O coronel Carlos José Penteado afirmou que militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica participarão das atividades. Há seis meses são feitos treinamentos para a cerimônia de posse.

O chefe do cerimonial do Itamaraty, embaixador George Monteiro Prata, dirigiu o último ensaio geral das atividades que envolvem a transferência de comando do País do presidente Lula à presidenta eleita.

Durante o ensaio, duas mulheres fizeram o papel de Dilma Rousseff, uma para o trajeto entre a Catedral de Brasília e o Congresso e outra simulou a saída de Dilma do Congresso para o Palácio do Planalto, onde receberá a faixa presidencial das mãos de Lula e depois se dirigirá parlatório, onde falará ao povo. Em seguida, saudará as personalidades presentes.

O ensaio da cerimônia de posse contou com um forte operativo de segurança e a presença de militares com canhões, carro blindados e helicópteros, assim como funcionários do Congresso, do Palácio de Planalto, da Polícia Federal e da chancelaria.

O regente da banda da Guarda Presidencial, primeiro tenente Almeida Machado, disse que tocará o "Tema da Vitória" durante a descida do presidente Lula pela rampa do Palácio do Planalto. A música celebrava as vitórias do corredor brasileiro Ayrton Senna na Fórmula 1.

 

Fonte:
Agência Brasil

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