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Embaixada pede que brasileiros deixem área próxima à Usina Nuclear de Fukushima

por Portal Brasil publicado: 14/03/2011 11h09 última modificação: 28/07/2014 13h56

A Embaixada do Brasil em Tóquio fez um apelo aos brasileiros que estão no país para que sigam as recomendações do governo japonês e deixem as áreas próximas à Usina Nuclear de Fukushima.

Autoridades japonesas decretaram a evacuação de um raio de 20 km ao redor da Usina de Fukushima Daiichi e de 3 km em volta da Usina Fukushima Daini, depois que foram registradas avarias provocadas pelo terremoto seguido de tsunami na última sexta-feira (11).

Até o momento, de acordo com a embaixada, não há registro de brasileiros entre as vítimas. O órgão lembrou, entretanto, que ainda há áreas isoladas nas regiões mais afetadas pelos tremores e pela força das ondas.

Informações podem ser solicitadas à embaixada por e-mail ou, em caso de emergência, pelo telefone +81 3 34045211.


Retorno ao Brasil

No domingo (13), começaram a chegar a São Paulo, brasileiros que estavam no Japão no momento em que aconteceu o terremoto seguido de um tsunami. Eles desembarcaram no Aeroporto Internacional de Guarulhos e demonstraram alívio por estar no Brasil.

Emiko Jo, 52 anos, deixou parte da família no Japão e retornou ao Brasil. Ela contou que estava em Nagoia, onde o terremoto não foi tão forte. Sua volta para o Brasil já estava prevista e ela disse estar aliviada, embora esteja preocupada com os filhos que ficaram no país.

“Ao ver tudo aquilo na televisão, pensei que fosse o fim para nós que estávamos lá. Pela proporção do terremoto, daria para limpar o Japão, faltou pouca coisa. Realmente é uma tristeza para todos os japoneses e brasileiros que lá estão”, disse Emiko.

O professor universitário Ricardo Shirota, 50 anos, passou 11 dias no Japão a trabalho. No momento do terremoto, ele estava em um museu. Shirota contou que correu para a rua, quando viu que tudo estava tremendo. Ele disse que andou horas para chegar aonde queria. Segundo o professor, o pânico fez com que todos quisessem voltar para casa ao mesmo tempo, o que provocou congestionamentos e dificuldades de locomoção.

“Os trens pararam na sexta-feira [dia 11 de março]. Só começaram a funcionar de novo no sábado [dia 12]”, lembrou Shirota. Com o serviço de telefonia interrompido, ele procurou um computador para enviar um e-mail à família para dizer que estava tudo bem.

Fonte:
Agência Brasil

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