Governo
Saúde amplia atendimento de urgência e emergência em quatro estados
O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 3,8 milhões anuais para fortalecimento da rede de urgência e emergência dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais e Espírito Santo. O objetivo do governo federal é ampliar a assistência de saúde oferecida nestas regiões.
Os recursos permitirão a manutenção de uma central de regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192) e de mais cinco ambulâncias no município de São Sebastião (SP). Também foram habilitadas ambulâncias em Aripuana (MT) e Januária (MG), além de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) em Guarapari (ES).
O município de São Sebastião receberá R$ 1,29 milhão anuais para manutenção da central de regulação do Samu/192, responsável por organizar e encaminhar os atendimentos, e para custeio de uma Unidade de Suporte Avançado (UTI-Móvel) e outras quatro ambulâncias de Suporte Básico (USB). A cidade de Aripuana terá o montante de R$ 150 mil por ano para custeio de uma USB, enquanto Januária receberá um repasse anual de R$ 330 mil para manutenção de uma UTI-Móvel.
A UPA de Guarapari é classificada como unidade de porte dois, com capacidade de atender até 300 pacientes em 24 horas. Os recursos liberados pelo Ministério da Saúde para manutenção dessa UPA somam R$ 2,1 milhões por ano. Todas as medidas foram publicadas no Diário Oficial da União do último dia 6 de março.
Rede de atendimento
A rede de atendimento de urgências no Brasil é executada pelo governo federal em parceria com estados e municípios e pensada de forma integrada, colocando à disposição da população serviços mais próximos de sua residência.
Com as centrais de regulação do Samu/192, o Ministério da Saúde trabalha na organização da estrutura disponível. Quando uma ambulância do programa é enviada para atendimento, os profissionais de saúde já sabem para onde levarão o paciente.
O serviço também tem como objetivo diminuir as filas nos prontos-socorros dos hospitais, evitando que casos que possam ser resolvidos nas UPAs, ou unidades básicas de saúde, sejam encaminhados para as unidades hospitalares.
Fonte:
Ministério da Saúde
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