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Alemanha quer unir forças com Brasil pela reforma do Conselho de Segurança da ONU

por Portal Brasil publicado: 05/05/2011 21h19 última modificação: 28/07/2014 13h39

O presidente da Alemanha, Christian Wulff, elogiou nesta quinta-feira (5) os avanços do Brasil nos campos econômico, social e de defesa do meio ambiente. Indiretamente, Wulff referiu-se ao apelo da presidenta Dilma Rousseff para reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo Wulff, é necessário unir forças para estabelecer uma nova “ordem mundial”.

“O Brasil combina economia com combate à pobreza e ecologia, aspectos indispensáveis para uma nova ordem mundial”, disse Wulff, depois de almoço em sua homenagem, no Palácio do Itamaraty. Também participaram do evento ministros e parlamentares brasileiros e alemães.

De acordo com Wulff, o caminho para garantir mudanças na estrutura do Conselho de Segurança da ONU envolve a busca por um acordo entre Brasil e México, definindo de quem será a vaga permanente na América Latina, e entre Alemanha e Itália, no que se refere à Europa. A recomendação será válida se as Nações Unidas optarem por aumentar de 15 para 25 o número de vagas no conselho.

Segundo Dilma, os conflitos nos países muçulmanos reforçam a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A presidenta disse crer que há base suficiente para uma iniciativa sobre a reforma do conselho que contemple a expansão dos assentos permanentes e não permanentes.


Reforma

No último dia 20, durante as comemorações do Dia do Diplomata no Itamaraty, Dilma disse que “não era capricho” querer a reforma do Conselho de Segurança. A atual estrutura do conselho segue o planejamento é do final da 2ª Guerra Mundial. Ocupam vagas permanentes no conselho os Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra.

Os assentos provisórios são ocupados por Brasil, Turquia, Bósnia-Herzegovina, Gabão, Nigéria, Áustria, Japão, México, Líbano e Uganda. O período do mandato nos assentos rotativos é de dois anos.

Para as autoridades brasileiras, o ideal é aumentar o número de cadeiras de 15 – cinco permanentes e dez provisórias – para 25, entre as quais o Brasil se coloca como candidato a titular. O assunto já foi tema de conversas de Dilma com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Hu Jintao.


Fonte:
Agência Brasil

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