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Construção civil deve continuar gerando emprego e renda, diz presidenta

por Portal Brasil publicado: 11/08/2011 10h47 última modificação: 28/07/2014 13h30

No primeiro semestre deste ano, o Brasil quebrou recordes no setor da construção civil: o segmento teve a segunda maior taxa de crescimento de postos de trabalho (7,33%), segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e o número de financiamento de imóveis atingiu a marca de 236 mil.

Os dados foram apresentados pela presidenta Dilma Rousseff na quarta-feira (10), em São Paulo, durante a abertura do 83° Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). Segundo a presidenta, esses números dialogam com o programa Minha Casa, Minha Vida.

“Quando pensamos no Minha Casa, Minha Vida, pensamos para duas coisas: gerar empregos e, de fato, fazer uma política da construção civil, de habitação, para aqueles segmentos do Brasil que jamais tiveram oportunidade de ter casa própria”, afirmou Dilma.

Na visão da presidenta, o setor de construção civil brasileiro é ousado e capaz de cumprir os objetivos estabelecidos pelo programa habitacional. “Queremos que o setor da construção civil continue gerando renda e emprego. Esse programa, além de ser de inclusão habitacional, de criação de mercado de trabalho e de fortalecimento da família, é também um programa que fortaleceu o empreendedorismo e criou oportunidades para muitos empresários”, disse.

Dilma Rousseff destacou que é preciso fornecer moradia à nova classe média brasileira. De 2003 a maio deste ano, lembrou a presidenta, 39,5 bilhões de brasileiros ascenderam à classe C. E reiterou, ainda, o compromisso de retirar 16 milhões de pessoas da pobreza extrema, por meio do programa Brasil Sem Miséria.

A proteção à indústria brasileira, com o Plano Brasil Maior, também foi reafirmada pela presidenta Dilma. “É o primeiro passo no sentido de tratar cada setor brasileiro ameaçado de concorrência desleal e garantir seu crescimento. Temos um pensamento, um objetivo: vamos preservar as nossas forças produtivas, os nossos empregos e a renda de nossa população”, ressaltou.

De acordo com Dilma Rousseff, outras políticas vão ao encontro do processo de desenvolvimento do País, como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Por meio dele, será possível fornecer capacitação profissional para os trabalhadores e cursos de qualificação para reincidentes do seguro-desemprego. Outra medida citada pela presidenta é a oferta de bolsas de estudo no exterior, que tem por objetivo enviar, até 2014, 100 mil alunos brasileiros – de graduação, doutorado e pós-doutorado – para estudar em universidades estrangeiras de qualidade. O governo federal oferecerá 75 mil bolsas. A intenção é que as outras 25 mil sejam ofertadas por meio de parceria com o setor privado.


Crise internacional

Dilma Rousseff disse que o Brasil adquiriu experiência suficiente na última crise econômica mundial, de 2008, para evitar entrar agora em recessão com as novas oscilações negativas do mercado internacional.

“Nós apreendemos, com a nossa experiência, que momentos de crise são momentos de oportunidade”, disse. “Em nome do governo brasileiro eu digo que não entraremos em recessão, e digo não como uma bravata, mas porque temos condições de reagir, e isso não significa que sejamos imunes a crise”, acrescentou.

Dilma ressaltou que atualmente o País dispõe de US$ 350 milhões de reservas internacionais, US$ 140 milhões a mais que na crise de 2008. De acordo com ela, o Brasil está mais preparado também para enfrentar a contração do crédito. Há três anos, o País tinha R$ 220 milhões em compulsórios. Hoje o valor é cerca de R$ 200 milhões a mais.


Fonte:
Agência Brasil e
Blog do Planalto

 

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