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Trabalhador formal com renda de um a dois salários mínimos triplica em 10 anos

por Portal Brasil publicado: 11/08/2011 11h09 última modificação: 28/07/2014 13h30

A quantidade de trabalhadores formais com renda entre um e dois salários mínimos triplicou na última década, passando de 8 milhões em 1999 para 24 milhões em 2009. Com isso, cerca de 70% dos trabalhadores com carteira assinada no Brasil, atualmente, fazem parte da classe média.

Os dados foram apresentados na segunda-feira (8) pelo secretários de ações estratégicas, Ricardo Paes de Barros, no seminário Políticas Públicas para a Nova Classe Média. “Precisamos de políticas para esses empregados formais de baixa remuneração e escolaridade baixa ou média”, defendeu o secretário.

Segundo ele, é necessário gerar novas oportunidades para esse estrato da população e garantir o aumento de produtividade. Nesse sentido, Paes de Barros defendeu a formação inicial e continuada, assim como a capacitação técnica subsequente. A maior qualidade das vagas de trabalho foi outro ponto apontado pelo secretário, como forma de aumentar a manutenção do trabalhador no emprego e reduzir a rotatividade. Em relação àqueles que trabalham por conta própria, Paes de Barros defendeu maiores incentivos para melhorar a qualidade de produção, de maneira a incrementar a comercialização dos produtos por eles fabricados.

Em relação às políticas de proteção social, Paes de Barros, destacou a importância de se criar incentivos ao trabalho, aperfeiçoar o seguro desemprego e criar alternativas para que os conflitos entre empregadores e empregados sejam negociados durante a vigência de contrato, como forma de reduzir a rotatividade.

Durante o debate, a diretora nacional de qualificação do Ministério de Trabalho e Emprego, Ana Paula da Silva, lembrou que desde 2003 foram geradas 17 milhões de novas vagas de emprego no Brasil, boa parte ocupada por pessoas com renda entre R$ 1.000 e R$ 2.000. A evolução na estabilidade econômica permitiu que hoje cerca de 70% da classe média esteja empregada. Esse novo cenário, segundo ela, mudou o foco dos programas de qualificação do ministério, que antes era voltado prioritariamente para a capacitação dos desempregado e hoje abrange também trabalhadores formais. “Hoje cerca de 10% dessa oferta é voltada para pessoas com carteira assinada. O objetivo é usar a qualificação profissional como alternativa para a elevação de renda”, concluiu. Mariana Braga

 

Fonte:
Secretaria de Assuntos Estratégicos

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