Governo
Governo prorroga Zona Franca de Manaus por 50 anos e inaugura ponte no Rio Negro
A Ponte Rio Negro, que liga Manaus ao município de Iranduba (AM), foi inaugurada nesta segunda-feira (24) pela presidenta Dilma Rousseff. Com 3,5 quilômetros de extensão, é a maior ponte estaiada do Brasil em águas fluviais, somando 400 metros os trechos suspensos por cabos. A cerimônia de inauguração do empreendimento foi realizada no mesmo dia em que a capital amazonense comemorou seus 342 anos.
Durante a viagem ao estado do Amazonas, a presidenta também assinou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga por mais 50 anos a vigência da Zona Franca de Manaus. Além de prorrogar o prazo, a proposta, que ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, amplia a zona franca para a região metropolitana da capital amazonense.
Com isso, torna-se ainda mais importante reforçar a infraestrutura de mobilidade urbana da capital amazonense, com obras como a ponte sobre o Rio Negro. “Essa ponte mostra que é possível fazer com que aqui [Manaus – Iranduba] se gere empregos e, ao mesmo tempo, se preserve o meio ambiente”, disse a presidenta sobre a obra que levou três anos e dez meses para ser concluída, e gerou 3,4 mil empregos diretos.
Ponte Rio Negro
Após a cerimônia de inauguração, a presidenta atravessou, de carro, os 3,5 quilômetros da ponte sobre o Rio Negro. O empreendimento custou R$ 1,099 bilhão, o que inclui obras complementares, como a construção de 7,4 quilômetros de acessos viários do lado de Manaus e de Iranduba, e a implantação dos sistemas de proteção dos pilares contra choque de embarcações, de sinalização náutica e de iluminação da ponte e de seus acessos.
Do total de recursos aplicados, R$ 586 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 513 milhões pelo governo do Amazonas.
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