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Brasil cobra medidas imediatas contra a crise financeira mundial

por Portal Brasil publicado: 18/10/2011 17h53 última modificação: 28/07/2014 13h25

A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (18) a adoção de medidas imediatas capazes de impedir o agravamento da crise financeira internacional, sobretudo na chamada Zona do Euro. Na declaração à imprensa feita em Pretória, após participar da V Cúpula Ibas, a presidenta afirmou que o assunto foi discutido com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Segundo Dilma Rousseff, os países que compõem o Fórum Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) reforçaram a capacidade de resistência à crise ao fortalecerem seus mercados internos, diversificarem suas parcerias comerciais e adotarem políticas de inclusão social.

“É necessário um acordo credível entre os países europeus para impedir que a crise fique incontrolável, afetando o mundo inteiro. Estou certa que o desafio apresentado pela crise impõe a substituição de teorias defasadas pelo mundo velho por novas formulações para este mundo novo que agora nós vivemos. Nossa experiência nos mostra que a mera adoção de políticas recessivas em nada contribui para a solução de dificuldades econômicas”, disse a presidenta.

Dilma Rousseff elogiou a atuação do Ibas nos organismos multilaterais. Segundo ela, a “concertação” do grupo, mais que positiva, tem se revelado, em muitos casos, decisiva. “Atuamos inspirados nas nossas próprias histórias de luta pela liberdade, pela democracia, nas quais, sem sombra de dúvida, Mahatma Gandhi e Mandela são exemplos extraordinários dos grandes acontecimentos que modificaram para sempre a humanidade.”

A presidenta lembrou ainda o apoio do Ibas aos povos árabes nas suas aspirações a formas democráticas de governos. Neste sentido, Dilma Rousseff citou a concordância dos três países do Ibas na necessidade de mais diplomacia e menos intervenções militares, e lembrou que Índia, Brasil e África do Sul ocupam, em 2011, um assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas, que desejam ver reformado. “Sem sombra de dúvida, contribuímos para o encaminhamento de questões nevrálgicas relativas aos direitos humanos, à paz e à segurança internacionais. Neste sentido, são ilustrativas tanto a missão que enviamos à Síria em agosto passado, como também a nossa defesa do papel-chave das estratégias de desenvolvimento para concepção da paz sustentável nos países em situação de pós-conflito”, disse a presidenta.

 

Fonte:
Blog do Planalto

 

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