Governo
ANA sedia pela 1a vez reunião do Comitê Gestor da Parceria Global da Água
Nesta segunda-feira (7), a Agência Nacional de Águas (ANA) sediou em Brasília a primeira reunião do Comitê Gestor da Parceria Global da Água (GWP, sigla em inglês) na América do Sul. A escolha se motivou pela relevância sul-americana e do Brasil, na gestão de recursos hídricos. O encontro, que vai até o dia 9, e também oferece às instituições do País uma oportunidade de apresentar experiências e boas práticas e discutir sobre a gestão da água com um público internacional seleto e envolvido com o tema.
Além dos diretores da agência, participaram da reunião membros da GWP internacional, da América do Sul, e do Brasil, além do vice-presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga.
O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, destacou avanços que o Brasil tem alcançado na gestão de recursos hídricos, como por exemplo, a elaboração de importantes planos de recursos hídricos. “É uma contribuição para o planejamento de recursos hídricos e para o desenvolvimento sustentável”, destaca.
Segundo Vicente Andreu, a instituição tem buscado articular um grande pacto nacional para a gestão de água no Brasil, juntamente com todo País, inspirado na Diretiva Quadro da Água da União Europeia, mas adaptado à realidade brasileira. “Estamos procurando fazer com que todos os estados possam ter um nível equivalente de gestão de recursos hídricos”, conclui. Andreu também ressaltou a importância de se haver um organismo internacional sobre água no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).
A presidente da GWP, Letitia Obeng, ressaltou a prioridade que o País, juntamente com a China, tem para a instituição em termos de parceria. “Este é o início de uma colaboração e um envolvimento maior com o Brasil como um dos membros da instituição”, afirma.
Diretiva Quadro
Aprovada pelo Parlamento Europeu em outubro de 2000, a Diretiva Quadro da Água da União Europeia estabelece critérios e metas para vários aspectos da água, como: consumo humano, prevenção e controle de poluição, agricultura, entre outros. Controlar as fontes poluidoras de água, assegurar preços da água que incentivem o uso racional do recurso e obter uma boa qualidade das águas estão entre os principais objetivos da Diretiva.
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